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Mãe é presa suspeita de envenenar e matar bebê de nove meses em São Paulo

Mãe é presa suspeita de matar bebê de nove meses envenenado em São Paulo; criança chegou a ser socorrida, mas não resistiu

28 ago 2025 - 21h45
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Uma mulher de 26 anos, identificada como Giovanna Chiquinelli Marcatto, foi presa temporariamente pela Polícia Civil de São Paulo, suspeita de homicídio qualificado. Ela é a mãe de Dante, um bebê de nove meses que morreu na noite da última terça-feira, 26/08.

Mãe é presa suspeita de envenenar e matar bebê de nove meses em São Paulo
Mãe é presa suspeita de envenenar e matar bebê de nove meses em São Paulo
Foto: Divulgação / Contigo

A prisão de Giovanna foi decretada por 30 dias sob suspeita de homicídio qualificado. Segundo o boletim de ocorrência, a mãe levou o filho para o Hospital Estadual de Vila Alpina depois que ele começou a ter dificuldades para respirar. Apesar do socorro, o bebê não resistiu e faleceu.

A suspeita de envenenamento surgiu após o exame necroscópico, que encontrou "sementes azuladas" no estômago de Dante. A polícia acredita que a substância possa ser um tipo de veneno de rato, o que motivou o aprofundamento das investigações.

Segundo o delegado Alexandre Bento, do 42º Distrito Policial do Parque São Lucas, a equipe de investigação localizou o estabelecimento onde o veneno foi comprado. No local, a polícia obteve imagens de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas, que ajudaram a identificar a possível autora do crime. "O trabalho foi árduo, com diversas diligências de campo. Conseguimos levantar provas que apontam para a compra do veneno e reforçam a necessidade da prisão temporária", disse.

Criança é agredida em creche no DF

A 4ª Delegacia de Polícia (Guará II) investiga denúncia de maus-tratos contra crianças em uma creche particular.  Um vídeo divulgado pelo site Metrópoles mostra uma situação de agressão.

No registro que viralizou e chocou os internautas nas redes sociais, uma mulher, que seria a dona do local, aparece forçando uma colher de comida na boca de uma criança. A menina chora e é contida pelos braços, de forma agressiva pela educadora.

De acordo com as informações, as acusações partiram de uma ex-funcionária. Ela alega ter presenciado tapas, empurrões e métodos forçados durante a alimentação dos alunos. Além disso, no boletim de ocorrência, é relatado episódios de violência, como crianças trancadas em cômodos vazios.

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