Buscas por piloto dos EUA abatido sobre o Irã entram no 2º dia
Teerã e Washington correm para encontrar tripulante de caça abatido que segue desaparecido em território iraniano. Acompanhe o conflito.
Buscas por tripulante de F-15 abatido sobre o Irã entram no segundo dia
Irã oferece recompensa pela captura de tripulante dos EUA
Irã autoriza trânsito de produtos essenciais e ajuda humanitária no Estreito de Ormuz
Número de mortos em invasão israelense no Líbano passa de 1.400
Trump renova ultimato para que Irã libere completamente trânsito no estreito de Ormuz
Irã diz que mais de 30 de suas universidades foram alvo de ataques desde o início da guerra
Acompanhe abaixo os desdobramentos dos ataques dos EUA e de Israel ao Irã, em 28 de fevereiro, que mataram o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, e vários chefes militares, desencadeando o atual conflito no Oriente Médio:
Kuwait diz ter interceptado 8 mísseis e 19 drones em 24 horas
O Ministério da Defesa do Kuwait informou no sábado (04/04) que suas forças de defesa aérea interceptaram com sucesso 8 mísseis balísticos e 19 drones iranianos nas últimas 24 horas.
Segundo o jornal Kuwait Times, durante uma coletiva de imprensa no Centro de Comunicação do Governo, o porta-voz militar, Coronel Saud Al-Atwan, afirmou que as Forças Armadas do Kuwait neutralizaram todas as ameaças recebidas dentro de suas zonas operacionais. Ele confirmou que não houve relatos de mortes, feridos ou danos materiais resultantes desses confrontos específicos.
jps (ots)
Polícia israelense reprime protesto contra guerra em Tel Aviv
Centenas de manifestantes se reuniram na Praça Habima, em Tel Aviv, e em outras cidades israelenses neste sábado (04/04) em protesto contra a guerra lançada por Israel contra o Irã.
Os protestos ocorrem em um momento em que as Forças Armadas de Israel limitaram as reuniões em áreas públicas a 150 pessoas. Já o Supremo Tribunal de Justiça de Israel determnou que o Estado deve permitir manifestações com a participação de pelo menos 600 pessoas.
Pelo menos 17 pessoas foram presas na Praça Habima após a polícia dispersar violentamente os manifestantes.
Cerca de 500 manifestantes também se reuniram no shopping Horev, em Haifa, para protestar contra a guerra, e em Jerusalém, cerca de 300 manifestantes se reuniram.
Os confrontos ocorrem depois que o Comando da Frente Interna das Forças de Defesa de Israel recusou, no início do sábado, um pedido para aprovar a participação de cerca de 1.000 manifestantes na Praça Habima, em Tel Aviv, e um alto oficial da Polícia de Israel afirmou que as autoridades fariam cumprir as restrições impostas em tempos de guerra a reuniões públicas.
Vários participantes dos protestos em Jerusalém Ocidental falaram à DW sobre os motivos que os levaram a participar da manifestação.
Ayelet, uma jovem israelense que recentemente concluiu o serviço militar, disse à DW: "Eu realmente não gosto do que meu governo está fazendo. Ser cidadã tem se tornado cada vez mais difícil nos últimos anos. Conforme envelheço, olho para isso e, como pago impostos, quero acreditar no meu país e naquilo que apoio, especialmente agora que terminei meu serviço militar e tenho uma perspectiva melhor sobre o que fiz lá. Quero tornar meu país um lugar melhor e acredito que esta é a única maneira que conheço. Qual é a alternativa?"
"Acho que muitas pessoas são motivadas pelo medo. Não é fácil viver em Israel para ninguém, israelenses ou palestinos. Há muita morte o tempo todo e isso é assustador. As pessoas acreditam que a guerra vai melhorar as coisas, mas eu, pessoalmente, acho que mais violência não é a resposta para a violência."
Inbar, uma jovem, participou do protesto com uma placa em hebraico que dizia: "Eu acredito na paz". "Sinto que esta guerra deveria parar", disse ela à DW. "É muito doloroso o que vejo ao nosso redor." "Não acredito em violência. É por isso que estou aqui, não estaria em nenhum outro lugar."
Natasha, de Jerusalém, disse à DW: "Não confio neste governo, acho que eles têm outros interesses e que simplesmente mentem para nós. Acho que esta guerra deveria parar. Ela causa mais danos do que benefícios para eliminar a ameaça iraniana."
jps (DW)
Israel aguarda sinal verde dos EUA para atacar usinas de energia do Irã
Israel está se preparando para atacar instalações de energia iranianas, mas aguarda a aprovação dos Estados Unidos, disse um alto funcionário da defesa israelense à agência Reuters neste sábado (04/04), acrescentando que quaisquer ataques desse tipo provavelmente ocorrerão na próxima semana.
Os comentários surgiram após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter dado um ultimato de 48 horas para que o Irã reabra completamente o estreito de Ormuz, sob pena de as Forças Armadas americanas fazerem recair um "inferno" sobre os iranianos.
A destruição de infraestrutura civil como usinas de energia pode ser ilegal segundo o direito internacional humanitário e pode constituir um crime de guerra, segundo especialistas.
Um ataque às usinas a gás ameaçaria diretamente o fornecimento de energia de milhões de iranianos. Um colapso elétrico teria consequências graves, como interrupção de sistemas de resfriamento e aquecimento, interrupção do abastecimento de água devido ao desligamento das bombas. Também seriam afetados o sistema bancário e a indústria.
Nos últimos dias, o Irã tem afirmado que se os EUA e Israel lançarem tais ataques, o regime pretende retaliar atacando usinas de dessalinização na região do Golfo. Já ocorreram danos a instalações desse tipo no Bahrein e no Kuwait, provocados por ataques ou por destroços de mísseis - possivelmente um aviso indireto enviado pelo Irã.
Uma campanha sistemática contra essas estruturas representaria uma escalada ainda mais grave, colocando em risco o abastecimento de água de milhões de pessoas. Poucas regiões do mundo dependem tanto da dessalinização quanto os países do Golfo.
jps (ots)
Preços do diesel dispara na Alemanha
O custo do diesel na Alemanha voltou a disparar, alcançando um novo recorde no início do feriado de Páscoa, em meio à guerra do Irã, que tem levado a uma escalada dos preços globais de combustíveis.
O preço médio diário do litro de diesel na Alemanha chegou a € 2,391 (R$ 14,23) por litro na sexta-feira, um novo recorde histórico, segundo o o automóvel clube Adac.
Na quinta-feira, os preços do diesel já haviam superado o recorde anterior de quarta-feira, de € 2,346 (R$ 13,97).
Numa tentativa de garantir transparência e controlar os aumentos de preços, o governo alemão impôs novas regras desde quarta-feira, permitindo que os postos de gasolina aumentem os preços dos combustíveis apenas uma vez por dia, ao meio-dia.
A medida foi inspirada numa regra vigente na Áustria.
Mas houve aumentos significativos nos preços nos postos de gasolina desde então. Os aumentos de preços "mostram que o modelo austríaco certamente não merece o nome de 'freio de preços' e que, na verdade, tem um efeito contraproducente", afirmou o ADAC.
jps (ots)
Pentágono divulga detalhes sobre baixas dos EUA na guerra: 13 mortos e 365 feridos
A guerra lançada pelos EUA contra o Irã custou às Forças Armadas americanas até o momento um saldo de 13 mortos e 365 feridos, revelou o Pentágono na sexta-feira (03/04).
Os números foram detalhados pelo Sistema de Análise de Baixas da Defesa, que reportou que, dos 365 militares feridos em combate, 247 pertencem ao Exército americano.
Sessenta e três feridos são da Marinha, 19 dos Fuzileiros Navais e 36 da Força Aérea.
Quanto aos 13 mortos, sete eram do Exército e seis da Força Aérea.
Os números divulgados não incluem quaisquer baixas ou ferimentos que possam ter ocorrido ao longo de sexta-feira, quando as forças iranianas abateram dois aviões americanos e alvejaram pelo menos um helicóptero.
Um tripulante de um caça F-15 derrubado por Teerã foi resgatado com vida, mas as forças americanas continuam tentando encontrar o segundo tripulante, cujo estado de saúde é desconhecido.
jps (Lusa)
Buscas por piloto abatido no Irã entram no segundo dia
Forças do Irã e dos Estados Unidos procuram neste sábado (04/04) um tripulante do primeiro caça americano derrubado sobre território iraniano desde o começo da guerra.
Teerã afirmou que derrubou um caça F-15, e a imprensa americana reportou que forças especiais dos Estados Unidos haviam resgatado um dos tripulantes.
As Forças Armadas do Irã também afirmaram ter derrubado um avião americano A-10 sobre as águas do Golfo Pérsico, e veículos dos Estados Unidos indicaram que neste caso o piloto foi resgatado.
O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), responsável pelas operações militares no Oriente Médio, não comentou a perda do F-15, mas a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, comunicou que o presidente Donald Trump estava ciente do ocorrido.
Trump afirmou ao canal NBC que a perda do avião não afetaria negociações com o Irã.
Um porta-voz do comando operacional central das Forças Armadas iranianas informou que "um caça americano hostil foi atingido e destruído no espaço aéreo do centro do Irã".
Um repórter da TV oficial iraniana anunciou aos moradores da região que, "se capturarem vivos o piloto ou os pilotos inimigos e os entregarem às forças policiais e militares, receberão uma recompensa valiosa".
Os Estados Unidos já reportaram a destruição de vários de seus aviões durante as operações no Irã, mas antes do episódio de sexta-feira, as perdas haviam sido registradas sobre o território de países da região, como Arábia Saudita e Kuwait.
Irã autoriza navios do Iraque a passar pelo estreito de Ormuz
As forças armadas iranianas anunciaram nesta sábado (04/04) que os navios do Iraque podem passar pelo estreito de Ormuz, a via navegável praticamente bloqueada pelo Irã desde o início dos ataques de Israel e dos Estados Unidos.
"Anunciamos que o Iraque, o nosso país irmão, não está sujeito às restrições que impusemos ao estreito de Ormuz e que estas restrições se aplicam apenas aos países inimigos", disse o porta-voz do comando das forças armadas iranianas, Ebrahim Zolfaghari, citado pela televisão estatal.
O estreito de Ormuz é uma passagem estratégica do mercado mundial de petróleo e gás natural.
Antes do anúncio das forças armadas iranianas, o presidente dos Estados Unidos disse que o Irã tem "48 horas" para chegar a um acordo ou reabrir o estreito de Ormuz, dizendo que ia "fazer recair "o inferno" sobre o país no golfo Pérsico.
"Lembram-se quando dei ao Irã 10 dias para CHEGAR A UM ACORDO ou ABRIR O ESTREITO DE ORMUZ. O tempo está terminando - 48 horas até que o inferno recaia sobre eles. Glória a DEUS", escreveu Donald Trump.
jps (Lusa)
Número de mortos por ofensiva de Israel no Líbano sobe para 1.422
O número de mortos pela ofensiva aérea e terrestre de Israel no Líbano subiu neste sábado para 1.422, e o de feridos para 4.294 desde o último dia 2 de abril, informaram fontes oficiais.
Apenas nas últimas 24 horas, os ataques israelenses mataram 54 pessoas e deixaram 156 feridas, indicou o Centro de Operações de Emergência, pertencente ao Ministério da Saúde Pública do Líbano.
Do total de vítimas, 126 são menores de idade, o que representa 8,9%, enquanto 93 são mulheres, ou seja, 6,5%.
Além disso, as dezenas de ataques perpetrados no último mês contra alvos de saúde já deixam 53 profissionais mortos e 142 feridos, segundo os últimos dados divulgados pelo departamento.
Israel mantém uma intensa campanha de bombardeios contra o sul e o leste do Líbano, assim como contra os subúrbios do sul de Beirute, um conflito que forçou mais de um milhão de pessoas a abandonar suas casas.
Além disso, as Forças de Defesa de Israel estão envolvidas em intensos combates com o grupo xiita libanês Hezbollah em vários pontos do sul do país, onde tenta estabelecer uma zona tampão que se estenda da fronteira de fato até o rio Litani.
JPS (EFE)
Israel confirma morte de soldado por "fogo amigo" no sul do Líbano
As Forças de Defesa de Israel (FDI) confirmaram neste sábado (04/04) a morte "por fogo amigo" de um soldado no sul do Líbano, o que eleva para ao menos 11 o número de militares do país mortos desde março neste país vizinho, quando o Hezbollah entrou na guerra que Israel e Estados Unidos iniciaram contra o Irã.
O soldado foi identificado pelas FDI como Guy Ludar, de 21 anos e natural de Yuvalim, que morreu após ser baleado por engano por outro soldado israelense, segundo uma investigação militar preliminar que situa o ocorrido nesta madrugada na cidade libanesa de Shebaa, onde os militares se preparavam para prender um suspeito de ajudar o Hezbollah.
Segundo o comunicado oficial, Ludar caiu "em combate" no sul do Líbano, onde Israel mantém uma invasão terrestre e tem repetido que vai ocupar todo o sul do país até o rio Litani, além de ordenar a destruição de casas libanesas próximas à fronteira e a expulsão de centenas de milhares de pessoas.
No Líbano, os ataques aéreos e terrestres de Israel já deixaram mais de 1,4 mil mortos, entre eles 126 crianças, segundo os dados divulgados neste sábado pelo Ministério da Saúde libanês, além de cerca de 4,3 mil feridos.
Somente nas últimas 24 horas, os ataques israelenses mataram 54 pessoas e deixaram 156 feridas, indicou o Centro de Operações de Emergência, pertencente ao Ministério da Saúde Pública do Líbano.
Além disso, as dezenas de ataques perpetrados no último mês contra alvos de saúde já deixaram 53 profissionais da área mortos e 142 feridos, segundo os últimos dados divulgados pelo departamento.
jps (EFE)
Irã relata ataques contra empresas petroquímicas em Mahshahr
O Irã informou neste sábado (04/04) sobre ataques contra várias empresas petroquímicas na cidade de Mahshahr, no sudoeste do país, um dos principais centros industriais iranianos, em um novo episódio da escalada militar no 36º dia de guerra.
"Por volta das 10h45 (hora local) da manhã deste sábado, como consequência de um ataque do inimigo americano e sionista, algumas empresas situadas na zona econômica especial petroquímica foram atingidas", anunciou o departamento de relações públicas da Organização da Zona Econômica Especial Petroquímica, segundo relatou a agência de notícias iraniana Irna.
A organização, que não registrou mortos ou feridos, indicou que o ataque provocou um incêndio em algumas dessas instalações, que foi posteriormente controlado e totalmente extinto pelas equipes de emergência.
Além disso, assinalou que o bombardeio afetou várias companhias do complexo industrial, entre elas partes das petroquímicas Fajr 1 e 2, Karun, Razi e Bandar Imam.
O complexo petroquímico de Mahshahr é um dos principais centros industriais do país, fundamental para a produção e exportação de produtos derivados do petróleo.
Este ataque se soma a outros registrados contra infraestruturas estratégicas iranianas no decorrer da guerra, entre elas as principais fábricas de aço do Irã: as siderúrgicas de Mobarakeh, em Isfahan (centro), e a siderúrgica do Khuzistão (oeste).
jps (EFE)
Rússia condena contra central nuclear no Irã que deixou um morto
A Rússia condenou neste sábado (04/04) um ataque à central nuclear de Bushehr, no sul do Irã, onde trabalham funcionários russos, muitos dos quais tiveram de ser retirados. A ação militar provocou uma morte.
"Condenamos veementemente esta ação mortal", declarou a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, em comunicado.
Além disso, a porta-voz exigiu o fim imediato dos ataques às instalações nucleares iranianas, incluindo a Bushehr.
Um ataque americano e israelense atingiu esta manhã a zona da central nuclear de Bushehr, deixando um morto, mas sem danificar as instalações, noticiou a agência iraniana Irna.
"Na decorrência dos ataques criminosos americano-sionistas, na manhã (...), um projétil atingiu uma zona próxima da central nuclear de Bushehr, no sudoeste", disse.
A Irna acrescentou que um agente de segurança iraniano morreu, ao mesmo tempo que precisou que nenhum dano tinha ocorrido nas instalações.
jps (Lusa)
EUA prendem parentes do falecido general Qassem Soleimani
Autoridades americanas prenderam dois parentes do general iraniano Qassem Soleimani, assassinado em um ataque americano em 2020, que residiam nos Estados Unidos.
O Departamento de Estado afirmou em comunicado que revogou as autorizações de residência de uma sobrinha e de uma sobrinha-neta de Soleimani, o que possibilitou as prisões.
"Na noite passada, a sobrinha e a sobrinha-neta do falecido major-general da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, Qassem Soleimani, foram presas por agentes federais após o secretário de Estado Marco Rubio ter revogado seu status de residentes permanentes legais (LPR, na sigla em inglês)", diz o comunicado.
jps (DW)
Trump diz que o Irã tem 48 horas para fechar acordo ou EUA vão desencadear "inferno" sobre o país
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse neste sábado (04/04) que o Irã tem 48 horas para selar um acordo que garanta a reabertura do Estreito de Ormuz. Do contrário, segundo Trump, o Irã arrisca enfrentar um "inferno".
"Lembram-se de quando dei ao Irã dez dias para FECHAR UM ACORDO ou ABRIR O ESTREITO DE ORMUZ?", escreveu Trump na rede Truth Social, referindo-se ao seu ultimato emitido em 26 de março.
"O tempo está se esgotando - 48 horas antes que o inferno recaia sobre eles", disse o presidente, acrescentando: "Glória a Deus!"
Jps (AFP)
Preços de gás e eletricidade sobem na Turquia por causa da guerra
Os preços da eletricidade e do gás na Turquia tiveram um reajuste de cerca de 25% na Turquia, impactados pela guerra no Oriente Médio.
O anúncio foi feito na sexta-feira (03/04) pela Autoridade Reguladora do Mercado da Energia (EPDK), responsável pela supervisão do setor, que detalhou que os preços na eletricidade aumentaram em média 25% para clientes particulares e que o gás teve um aumento semelhante.
O preço médio de 100 quilowatt-hora (kWh) passou, assim, a 323,8 liras turcas, o equivalente a 6,3 euros ao câmbio atual.
Apesar da subida, o valor continua abaixo da média da União Europeia (UE), situada em cerca de 28 euros por kWh.
No setor dos serviços públicos houve uma subida de 17,5%, na indústria 5,8% e na agricultura 24,8%.
Jps (Lusa)
Irã diz que mais de 30 de suas universidades foram alvo de ataques desde o início da guerra
Mais de 30 universidades foram alvo de ataques no Irã desde o início da ofensiva conjunta dos Estados Unidos e Israel, no final de fevereiro, afirmou neste sábado (04/04) o ministro da Ciência iraniano.
"Mais de 30 universidades foram diretamente alvo de ataques, algo imaginável diante das leis internacionais e humanitárias" desde 28 de fevereiro, indicou Hossein Simai Sarraf, durante uma visita à Universidade Shahid Beheshti, no norte de Teerã, que foi atingida por um ataque na sexta-feira.
"De acordo com regras internacionais, atacar esse tipo de infraestrutura não só constitui uma violação do direito internacional, como também um crime contra a humanidade", acrescentou, segundo a ag~encia de notícias iraniana Wana. "Milhões de estudantes e pesquisadores estão agora privados de educação e estudo. Nosso país, como um dos principais fornecedores de talentos científicos para o mundo, sofreu sérios danos com esses ataques."
jps (ots)