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Homem que matou esposa e enviou fotos do corpo para família faz revelação

Pai do suspeito apresentou laudo médico do assassino à polícia após feminicídio brutal em Sinop (MT)

28 ago 2025 - 11h51
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O assassinato da fonoaudióloga Ana Paula Abreu Carneiro, de 33 anos, em Sinop, no Mato Grosso, chocou o país e ganhou novos desdobramentos. O principal suspeito, seu marido, Lucas França Rodrigues, de 22 anos, foi preso em flagrante após confessar o crime. De acordo com a Polícia Civil, ele teria esfaqueado a vítima entre 15 e 20 vezes, atingindo pescoço, tronco, abdômen e pernas.

Homem que matou esposa e enviou fotos do corpo para a família alega esquizofrenia
Homem que matou esposa e enviou fotos do corpo para a família alega esquizofrenia
Foto: Contigo

Após cometer o feminicídio no último domingo (24), Lucas enviou fotos do corpo da esposa para a cunhada e para o próprio irmão, assumindo o ato. Em seguida, publicou no Instagram a frase: "tudo já está bem". Segundo apuração do Bacci Notícias, quando os policiais chegaram à residência, o suspeito estava no quarto do casal em aparente surto psicótico, sendo necessário contê-lo.

Na manhã da segunda-feira (25), o pai de Lucas apresentou na delegacia um laudo médico que comprovaria o diagnóstico de esquizofrenia. O documento também informa que o jovem já havia sido internado em clínicas psiquiátricas anteriormente.

O que pode ter motivado o crime?

A delegada responsável pelo caso, Renata Evangelista, relatou que, em depoimento, Lucas afirmou ter discutido com Ana Paula sobre escatologia e estudo teológico voltado às questões do fim dos tempos, um dia antes do crime. A vítima não concordava com o envolvimento do marido no tema, e esse atrito é investigado como possível motivação. No entanto, a polícia não descarta outras hipóteses.

Natural de Brasília, Ana Paula era servidora pública, mestranda pela FGV e tinha mais de 120 mil seguidores nas redes sociais, onde falava sobre causas animais e compartilhava declarações ao marido. Apenas quatro dias antes de ser morta, publicou uma homenagem a ele. A investigação busca esclarecer se a discussão religiosa, questões pessoais ou até mesmo o pedido de exoneração da vítima da Secretaria de Saúde do DF, feito em julho, podem ter relação com o crime.

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