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EUA oferecem recompensa de US$ 25 milhões por informações que levem à prisão de Maduro

29 jul 2025 - 10h20
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Em mais uma ofensiva contra o governo da Venezuela, os Estados Unidos anunciaram, nesta segunda-feira (28), um aumento significativo na recompensa por informações que ajudem na prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro. O valor agora chega a US$ 25 milhões (cerca de R$ 140 milhões), segundo comunicado do Departamento de Justiça norte-americano.

Governo dos EUA divulga recompensa por informações sobre Maduro
Governo dos EUA divulga recompensa por informações sobre Maduro
Foto: depositphotos.com / thenews2.com; DEA/Divulgação / Perfil Brasil

A imagem de Nicolás Maduro foi divulgada nas redes sociais pela Administração de Repressão às Drogas (DEA), com o valor da recompensa em destaque. O cartaz foi publicado em inglês e espanhol. A publicação acusa Maduro de envolvimento com o narcotráfico e o uso de armamentos pesados. As denúncias incluem "conspiração com o narcoterrorismo, com a importação de cocaína, com o uso e transporte de armas e objetos destruidores em fomento a um crime de tráfico de drogas".

Além de Maduro, a DEA também busca informações sobre Diosdado Cabello Rondón, atual ministro do Interior, Justiça e Paz da Venezuela, e Vladimir Padrino López, ministro da Defesa.

Qual a origem das acusações contra Maduro?

As autoridades dos EUA apontam Maduro como líder do "Cartel de Los Soles", grupo que estaria operando desde 1999, com o envolvimento de altos comandantes militares venezuelanos. O cartel, segundo a denúncia, atua no envio de cocaína para os Estados Unidos e Europa.

Em nota recente, o Departamento do Tesouro americano afirmou que o cartel "é um grupo criminoso sediado na Venezuela, liderado por Nicolás Maduro Moros e outros membros de alto escalão do regime de Maduro. O grupo fornece apoio material a organizações terroristas estrangeiras que ameaçam a paz e a segurança dos Estados Unidos, em especial o Tren de Aragua e o Cartel de Sinaloa".

A recompensa anterior, de US$ 10 milhões, foi reajustada em meio a um pacote de novas sanções econômicas aplicadas na sexta-feira (25). Segundo o governo norte-americano, a ampliação da ofensiva acontece em razão da manipulação do sistema eleitoral venezuelano e da falsa legitimidade da reeleição de Maduro em julho de 2024.

Procurado pelos EUA desde 2020, Maduro passou a ser investigado junto com outros 14 aliados, todos acusados de crimes transnacionais. A última vez em que o valor da recompensa foi modificado ocorreu em janeiro de 2025, logo após a posse presidencial que gerou reações negativas de diversos países.

A DEA informa que as denúncias podem ser anônimas e encaminhadas por e-mail. As autoridades norte-americanas pedem qualquer tipo de informação que leve à prisão ou condenação do líder venezuelano.

Perfil Brasil
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