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EUA dizem ao Líbano: Israel não intensificará conflito se não houver atos hostis

28 fev 2026 - 15h37
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A presidência do Líbano afirmou ‌neste sábado que foi informada pelo embaixador dos EUA de que Israel não intensificará o conflito contra o Líbano, desde que não haja atos hostis por parte do país, após o início dos ataques conjuntos EUA-Israel ⁠contra o Irã.

O Hezbollah, grupo armado xiita libanês e ‌tradicional aliado de Teerã no Oriente Médio, expressou solidariedade ao Irã neste sábado, mas não chegou a ‌afirmar se se envolveria no conflito.

Em ‌sua declaração, o Hezbollah afirmou que as ⁠ações EUA-Israel "afetarão a todos, sem exceção, se não forem contestadas".

"Estamos confiantes de que o inimigo americano e israelense sofrerá um grande golpe", declarou o grupo.

Israel alertou Beirute de que atacaria o Líbano com força, visando infraestruturas ‌civis, incluindo o aeroporto, caso o Hezbollah se envolvesse em ‌qualquer guerra entre ⁠os EUA ⁠e o Irã.

A embaixada dos EUA no Líbano não respondeu imediatamente ⁠a um pedido ‌de comentário sobre uma ‌declaração do gabinete do presidente Joseph Aoun a respeito da mensagem que ele teria recebido do embaixador dos EUA, Michel Issa.

O gabinete do primeiro-ministro israelense, ⁠Benjamin Netanyahu, também não se pronunciou.

O Hezbollah travou inúmeros conflitos com Israel desde que foi fundado pela Guarda Revolucionária do Irã em 1982, mas foi severamente enfraquecido por Israel na ‌guerra de 2024, quando seu líder, Hassan Nasrallah, foi morto.

O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, afirmou que não aceitaria ⁠que ninguém arrastasse o Líbano para "aventuras que ameacem sua segurança e unidade", uma mensagem velada ao Hezbollah.

Em um comunicado divulgado após Israel e os Estados Unidos lançarem ataques contra o Irã, Salam observou os "graves acontecimentos" na região e pediu a "todos os libaneses que ajam com sabedoria e patriotismo, colocando o Líbano e os interesses do povo libanês acima de qualquer outra consideração".

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