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JPMorgan prevê que vitória de Trump enfraqueceria moedas latinas; real seria a 3ª mais afetada

Conforme o banco norte-americano, o efeito seria o inverso em uma eventual vitória da democrata Kamala Harris

29 out 2024 - 14h38
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NOVA YORK - Uma vitória dos republicanos nas eleições presidenciais americanas, daqui a uma semana, representa risco de fraqueza às moedas da América Latina, alerta o JPMorgan em relatório a clientes. O real seria o terceiro mais afetado, atrás dos pesos mexicano e chileno. Caso os democratas vençam, o resultado seria o oposto, conforme o banco americano.

"O resultado da eleição nos EUA provavelmente terá um efeito binário no câmbio da América Latina, com todas as moedas se enfraquecendo se os republicanos assumirem a Casa Branca e se fortalecendo se os democratas ganharem a presidência", projeta o JPMorgan.

O principal canal de impacto no câmbio da América Latina são as tarifas comerciais, que o ex-presidente Donald Trump promete reforçar caso seja eleito. Nesse sentido, o peso mexicano seria a moeda mais afetada devido às relações mais próximas com os Estados Unidos.

De acordo com o banco americano, os investidores têm preferido manter uma postura neutra em relação às moedas latinas com os mercados precificando maiores chances de vitória do republicano.

Apesar disso, o JPMorgan diz que a fraqueza das divisas da América Latina após as eleições, em eventual vitória de Trump, pode ser temporária, considerando o que ocorreu nas eleições de 2016. A maioria das moedas se recuperou totalmente três meses após a eleição naquela época, lembra.

'Vencedores e perdedores'

"A fraqueza inicial do câmbio deve desaparecer gradualmente, pois é improvável que as políticas mais radicais que Trump propôs sobre comércio e migração sejam implementadas com força total", avalia o JPMorgan.

As moedas do Brasil, do Chile e do Peru podem sofrer também um impacto indireto, devido aos laços fortes com a China. "O Brasil fica em segundo lugar quando se pensa em vencedores e perdedores", alerta o gigante de Wall Street.

Estadão
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