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'Eleição tem pouca chance de ser concluída no 1º turno', avalia diretor da Quaest após pesquisa presidencial

Levantamento revela crescimento de Augusto Cury frente ao eleitorado, mas Lula e Flávio continuam encabeçando a disputa

2 set 2026 - 11h15
(atualizado às 11h43)
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Lula e Flávio continuam sendo os candidatos mais expressivos, mesmo com ascensão de Augusto Cury
Lula e Flávio continuam sendo os candidatos mais expressivos, mesmo com ascensão de Augusto Cury
Foto: Wilton Junior/Estadão

O professor Felipe Nunes, diretor e sócio-fundador do Instituto Quaest, comentou os dados da pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 2, sobre as eleições presidenciais. Pelo cenário desenhado pelo levantamento, "a eleição tem pouca chance de ser concluída no primeiro turno", avaliou Nunes.

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"Nova pesquisa Quaest revela liderança de Lula (37%), estabilidade de Flávio Bolsonaro (30%) e ascensão de Cury (10%). Renan aparece com 3%. Caiado, Marçal e Zema ficam com 1% cada", escreveu.

Apesar do crescimento do candidato Augusto Cury (Avante), o levantamento aponta para um acirramento da disputa entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), acredita Felipe Nunes. Os dois estão tecnicamente empatados em um eventual segundo turno, com 42% das intenções de voto para o petista e 41% para o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

"Vários indicadores da pesquisa apontam para esse acirramento da disputa Lula x Flávio neste começo da campanha na TV. A batalha de rejeições, por exemplo, mostra os dois candidatos empatados: 53% x 55%", continuou Nunes. O horário eleitoral gratuito na TV e no rádio começou na última sexta-feira, 28.

Por 4 a 3, TSE rejeita multa a Flávio por vídeo de Jair Bolsonaro feito com IA:

Da mesma forma, assim como a rejeição a ambos os candidatos é parecida, Felipe Nunes destaca que enquanto 43% têm medo da volta da família Bolsonaro ao poder, outros 43% têm medo da continuidade do governo Lula.

"Também é muito próximo o percentual de eleitores que se dizem convictos sobre sua intenção de votar em Lula e Flávio: 80% dos eleitores do Lula afirmam que não mudam mais o seu voto; enquanto 75% dos eleitores de Flávio estão firmes com ele", complementou o professor de políticas públicas na escola de Economia da FGV de São Paulo.

Fonte: Portal Terra
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