Brasil receberá 7 missões internacionais para acompanhar 2º turno eleitoral
UE, OEA e Parlamento do Mercosul estarão entre elas
O TSE informou que sete missões internacionais, incluindo União Europeia e OEA, acompanharão o segundo turno das eleições brasileiras. Os observadores vão monitorar desde os preparativos e a votação até a apuração dos votos, reforçando a transparência e integridade do processo eleitoral. O pleito definirá a presidência e o governo de cinco estados e do DF, repetindo a prática de observação já realizada no primeiro turno com representantes de 26 países.
Sete missões internacionais irão acompanhar o segundo turno das eleições no Brasil, no próximo 25 de outubro. Entre elas, a União Europeia, a Organização dos Estados Americanos (OEA) e o Parlamento do Mercosul.
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Segundo comunicado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgado nesta quarta-feira (14), também participarão da iniciativa membros da Carter Center; da Liga dos Estados Árabes; da Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa; e da União Interamericana de Organismos Eleitorais.
As entidades seguirão todas as etapas do processo eleitoral, que incluem os preparativos para a votação, a abertura e o funcionamento das seções eleitorais, além da apuração dos resultados.
"A presença das Missões de Observação Eleitoral (MOEs) reforça o compromisso do TSE com a transparência, a integridade e o aperfeiçoamento contínuo do processo eleitoral brasileiro", pontuou o órgão.
Durante o primeiro turno das eleições, realizado no último dia 4, 62?representantes?de 26 países da Ásia, da África,?das Américas e da Europa acompanharam o pleito no Brasil.
"Democracias maduras não têm medo de serem observadas. A transparência fortalece a democracia", destacou a diretora de Assuntos Internacionais do TSE, Renata Gil, durante a abertura do seminário do Programa de Convidados Internacionais para as Eleições 2026, realizado em 2 de outubro.
Além da disputa presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), outros cinco estados e o Distrito Federal voltarão às urnas para eleger governadores. .
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