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Mãe de brasileira agredida em escola de Portugal depõe: ʽPodia estar enterrando minha filhaʼ

Vídeo com cenas violentas da agressão viralizou nas redes sociais e provocou uma enorme indignação na população local

27 fev 2024 - 13h31
(atualizado às 13h46)
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Resumo
Uma estudante brasileira de 14 anos foi agredida em frente a Escola Básica Mem Ramires, onde estuda, em Santarém, Portugal. O vídeo com cenas da violência viralizou nas redes sociais e provocou uma onda de indignação no país. Agora mãe e filha já prestaram depoimento e aguardam a investigação.
Menina brasileira é agredida na porta da escola em Portugal
Menina brasileira é agredida na porta da escola em Portugal
Foto: Reprodução

Lucélia Marília Oliveira, mãe da estudante brasileira de 14 anos agredida na porta de uma escola em Portugal, prestou depoimento na delegacia da Polícia de Segurança Pública (PSP) e revelou que não deseja vingança, mas sim proteção. Ela espera que, após a investigação, alguma medida seja tomada pelo Ministério Público português.  

"Vou avançar [com a denúncia], porque depois poderá acontecer com os filhos dos outros. Não quero que a moda da violência nas escolas pegue. Eu poderia estar enterrando a minha filha. A agressora poderia estar armada. Não serei culpada por não proteger e o que posso fazer é abrir a minha boca", disse ao jornal O Globo.  

Entenda o caso

Uma estudante brasileira de 14 anos foi agredida em frente a Escola Básica Mem Ramires, onde estuda, em Santarém, Portugal. O vídeo com cenas violentas viralizou nas redes sociais e provocou uma enorme indignação na população local. 

Segundo a mãe da vítima, a agressora é uma estudante portuguesa de outra escola e também teria 14 anos. Ela contou que a briga aconteceu porque a menina teria ouvido uma fofoca sobre a mãe dela e foi tirar satisfação.  A jovem agredida está com hematomas e não quer sair de casa, com vergonha.  

A menina chegou a pensar em voltar para o Brasil ou passar um tempo com o pai, transferido para a França pela empresa de construção civil onde trabalha. "Não vamos sair de Portugal agora. Somos imigrantes e viemos atrás de uma vida melhor. Aqui não é um país seguro?", afirmou. 

Fonte: Redação Terra
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