Script = https://s1.trrsf.com/update-1786557910/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Mark Zuckerberg queria demonstrar que a Meta era mais produtiva usando IA do que com funcionários; o resultado foi um fiasco para a empresa

A Meta elaborou um plano para que a IA assumisse uma parcela significativa do trabalho realizado por certas equipes e promoveu uma rodada inicial de demissões; Problemas técnicos e de segurança persistentes relacionados à IA se agravaram a ponto de Mark Zuckerberg ter de cancelar a fase seguinte do plano

28 ago 2026 - 18h26
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
Sob o codinome "Projeto OT", Mark Zuckerberg planejou substituir até 60% da equipe de certas áreas da Meta por inteligência artificial supervisionada, visando torná-la uma empresa nativa em IA. O plano previa duas rodadas de cortes e realocações sob a premissa de que a tecnologia aumentaria a produtividade com menos funcionários. Contudo, após implementar a primeira fase, a iniciativa resultou em um fiasco e o próprio Zuckerberg precisou frear a estratégia.
Mark Zuckerberg queria demonstrar que a Meta era mais produtiva usando IA do que com funcionários; o resultado foi um fiasco para a empresa
Mark Zuckerberg queria demonstrar que a Meta era mais produtiva usando IA do que com funcionários; o resultado foi um fiasco para a empresa
Foto: Xataka

Em janeiro, Mark Zuckerberg reuniu seu círculo restrito de executivos em sua vasta propriedade no Havaí para discutir o futuro de sua força de trabalho. Em pauta estava um plano com nome digno de filme de espionagem: Projeto OT (abreviação de Organization Transformation, ou Transformação Organizacional).

Segundo uma investigação publicada pela Reuters, o plano propunha algo tão simples quanto radical: deixar a IA assumir o trabalho diário de 60% da equipe da Meta, com apenas um pequeno grupo de humanos supervisionando o processo. Meses depois, o próprio Zuckerberg teve de frear a iniciativa.

O Projeto OT e a promessa dos 60%

Sob o codinome Projeto OT, executivos da Meta elaboraram um plano para transformar a empresa em uma organização "nativa em IA", conforme revelado pela investigação da Reuters após a análise de dezenas de documentos internos e conversas com mais de vinte pessoas próximas ao projeto.

Essa "transformação organizacional" envolvia o corte de até 60% da equipe em certas áreas da Meta (embora não de toda a força de trabalho da empresa). O argumento era aquele que ouvimos repetidamente nos últimos anos: uma única pessoa utilizando IA pode dar conta da carga de trabalho antes realizada por vários funcionários; portanto, não há necessidade de grandes equipes.

O plano previa duas rodadas de mudanças, realocações e demissões: uma em maio e outra em novembro.

A primeira rodada foi adiante

Seguindo o roteiro estabelecido pelo Projeto OT, a Meta executou a primeira fase do ...

Veja mais

Matérias relacionadas

Derrota histórica para Zuckerberg: Meta aceita pagar 18 bilhões de dólares para evitar julgamento por redes sociais viciantes nos EUA

"if AGI.aligned: deploy()": a misteriosa inscrição que a OpenAI gravou em sete relógios de luxo para seus executivos

NVIDIA vai comprar a Hugging Face por US$ 12,9 bilhões, o "santuário" onde se treina a IA que quer fugir dos seus chips

Xiaomi apresenta seu próprio SoC de 3 nm. É o princípio do fim da dependência de Qualcomm e MediaTek

Samsung lança monitor gamer com resolução 6K e outro que promete acabar com o burn-in dos OLEDs

Xataka
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra