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Negócios online continuam a crescer no Brasil

10 out 2018
15h34
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Segundo dados apresentados pelo 38º Webshoppers Ebit/Nielsen, empresa que pesquisa a reputação de lojas virtuais e mede dados do mercado online, os negócios online faturaram 23,6 bilhões no primeiro semestre de 2018. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o e-commerce cresceu 12,1%. Isso é uma crescente que vem se mantendo firme e mostra o quanto investir no universo online tem sido lucrativo. Já que pesquisas antigas do próprio Ebit, revelaram que em 2007 o faturamento anual tinha sido de R$6,3 bilhões. Quase 10 anos depois, o aumento é de R$17,3 bilhões.

Foto: https://pexels.com / DINO

O segundo semestre deve ser ainda melhor, por contar com datas comemorativas de consumo importantes. Black Friday e Natal são os carros-chefes de maior faturamento, e mesmo com a crise instalada, promete ser mais lucrativo que a primeira parte do ano. Dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) estimam que o faturamento para este segundo semestre deve chegar em R$37,9 bilhões.

Todo esse crescimento é uma reflexo do quanto as pessoas têm se adaptado mais às tecnologias e preferido consumir sem sair de casa. A pesquisa do Ebit/Nielsen ainda mostrou que 32% das transações foram feitas por dispositivos móveis. A estimativa é que até 2020, 50% das compras sejam feitas por smartphones. Lojas físicas já não são serão mais a primeira opção do brasileiro na hora de fazer suas compras. Que mostra muito como o mercado vem se moldando e oferecendo mais facilidades na hora de ter o próprio negócio. E-commerces oferecem mais facilidade para abertura de empresa e menos custos mensais fixos.

Dentre as categorias que mais estão dando lucros no faturamento do e-commerce nacional, o Webshoppers mostrou:

  1. Telefonia e Celulares (18,9% do faturamento total do mercado)
  2. Eletrodomésticos (17,9% do faturamento total do mercado)
  3. Eletrônicos (11,2% do faturamento total do mercado)
  4. Informática (9,8% do faturamento total do mercado)
  5. Casa e Decoração (9,5% do faturamento total do mercado)
  6. Saúde, Cosméticos e Perfumaria (6,2% do faturamento total do mercado)
  7. Moda e Acessórios (6,0% do faturamento total do mercado)
  8. Esporte e Lazer (4,2% do faturamento total do mercado)
  9. Acessórios Automotivos (2,4% do faturamento total do mercado)
  10. Livros, Assinaturas e Apostilas (2,3% do faturamento total do mercado)

Mesmo estando em posição de 7º e 8º lugar na lista de faturamento, as categorias de "Saúde, Cosméticos e Perfumaria" e de "Esporte e Lazer" mostraram crescimento relevante. Na parte de embelezamento é possível observar um crescimento de 45% em comparação ao ano anterior e foi o setor que teve mais volume de pedidos entre todos. Já na área de esportes, o que tem crescido mais são as vendas relacionadas à suplementos e camisetas de times de futebol. Que teve um aumento significativo de 35% no volume de pedidos. São setores que têm mostrado muito crescimento e atraído muitos investimentos na área.

Marketing de Afiliados

Dentro do crescimento dos negócios online, também cresce o chamado de Marketing de Afiliados. Essa é uma das formas que tem sido mais eficazes ao falar de marketing digital. As vendas do e-commerce tem crescido por saber cada vez mais como chegar ao seu público-alvo - e o mais importante - por onde chegar. Em estudo feito pela Digitalks, em parceria com o Opinion Box, 23% dos profissionais do marketing acreditam que o marketing de afiliados seja uma das estratégias prioritárias quando se fala de ampliação de conhecimento e aplicação na prática.

No início deste ano, o conhecido como guru do marketing digital, Neil Patel, colocou como uma de suas apostas na internet brasileira em 2018 o marketing de afiliados. Tanto empresas de grande, médio ou pequeno porte quanto pessoas físicas que querem ganhar dinheiro na internet podem embarcar no marketing de afiliados. Existem diversas plataformas na qual o afiliado pode se cadastrar de forma simples, receber um link rastreado para divulgar e depois receber comissões através das vendas feitas pelo link. O processo é muito simples e em um país que apresenta quase 13 milhões de pessoas desempregadas, tem sido uma forma simples e sem muitas burocracias para se fazer dinheiro.

Os canais em que o afiliado pode divulgar o produto pode variar entre: blogs, canais do YouTube, sites, redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter entre outros) etc. O produtor irá realizar o cadastro na plataforma escolhida do produto que precisa divulgar e vender, o afiliado irá escolher o seu produto e depois divulgar. Desta forma, a propaganda chegará até o consumidor final. Dependendo do volume de renda gerado, as rendas mensais podem atingir mais de R$30 mil.

Há 3 formas de remuneração no marketing de afiliados:
Pay Per Click: quando o potencial cliente clica no link oferecido pelo afiliado e o redireciona para o site da empresa, ele recebe.
Pay Per Sale: quando uma venda é finalizada a partir do link oferecido pelo afiliado, ele recebe.
Pay Per Lead: quando o potencial cliente se registra no site da empresa a partir do link oferecido pelo afiliado, ele recebe.

A forma de pagamento depende do acordo previamente feito entre empresa e afiliado.

Para preparar-se para o mercado de afiliados, o empreendedor digital Alex Vargas oferece cursos de capacitação, tanto para pessoas físicas quanto empresas.

O curso cobre os principais pontos do negócio online de afiliados, além de abordar as formas de venda mais efetivas.



Website: https://formulanegocioonline.com
DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra

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