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Médicos investem em produção de conteúdo

24 jan 2019
13h54
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No Brasil, a tecnologia impacta a saúde melhorando os tratamentos e também o compartilhamento de informação, garantindo o esclarecimento da população, além de uma melhor qualidade de vida. Atualmente, ouvir o conselho do médico não é mais suficiente: cada vez mais pacientes buscam complementar as instruções de seu profissional de confiança com buscas na internet. Um levantamento do portal especializado Minha Vida revelou que a internet é a ferramenta usada por 94% das pessoas. A televisão ficou em segundo lugar, com 52%, e as erevistas em terceiro (44%).

Foto: DINO / DINO

Isso faz com que empresas e profissionais de saúde tenham que se reinventar: além de examinar, diagnosticar e aconselhar, os profissionais da área têm que atuar no sentido de informar a sociedade. "Acreditamos que nosso papel enquanto especialistas em saúde vai muito além do consultório: é preciso prestar o serviço público da informação", opina o médico neurocirurgião Ailton Moraes, médico da coluna responsável pela Clínica Vertebrata, que atua no ramo há mais de 30 anos.

Internet é plataforma de divulgação e de disseminação de conhecimento

Há alguns anos, o marketing de conteúdo tem sido muito debatido entre empreendedores e profissionais da área. Trata-se, afinal, de uma mudança de paradigma frente à publicidade tradicional: de acordo com a pesquisa Content Trends 2017, o marketing de conteúdo proporciona 2,2 vezes mais visitas e 3,2 vezes mais leads (oportunidades qualificadas de vendas) em comparação às páginas da internet de quem não o adota. Entretanto, não é todo conteúdo que agrada a este público: ele precisa ser informativo. Afinal, quando alguém busca uma informação na internet, ela quer aprender sobre algo, não comprar um produto.

A ideia por trás dos canais de comunicação médicos é a mesma: informar sem interesses comerciais. "Sabemos que, no Brasil, nem todas as pessoas têm acesso a um serviço de saúde adequado. A internet, em contrapartida, está cada vez mais disseminada entre a população, fazendo com que ela seja uma boa plataforma para a informação médica", explica o profissional.

Entretanto, o neurocirurgião também aponta que a responsabilidade de quem opta por produzir conteúdo sobre saúde também é grande, já que há muita informação incorreta ou com fontes não confiáveis na rede. Isso, por sua vez, pode trazer consequências sérias para quem a lê: normalmente, o público assume que a informação é correta.

Da mesma forma, é preciso ter em mente que a internet jamais substitui a consulta tradicional. "É impossível diagnosticar pela internet. Assim, é sempre deixar claro que, por mais esclarecedor que um vídeo ou um artigo seja, é preciso visitar o médico para uma avaliação. Do contrário, a condição pode se agravar, podendo levar até a óbito em casos mais graves", alerta Moraes.

Vídeo é uma das plataformas mais aceitas

Se, por um lado, o conteúdo de qualidade é sempre bem-vindo, é cada vez mais difícil fazer com que ele se destaque. O motivo por trás disso é o alto volume publicado na internet todos os dias: são mais de 4 milhões de posts para blogs publicados na rede a cada dia, tornando a concorrência cada vez maior. Felizmente, especialistas apontam que há uma solução: trocar os textos por vídeos, ou, ao menos, usar um de forma complementar ao outro.

Em 2018, a Clínica Vertebrata colocou em prática o seu projeto de audiovisual. A estratégia escolhida foi usar animações para ilustrar problemas de saúde típicos da coluna de uma maneira mais acessível ao público em geral. "Além dos artigos médicos, passamos a trabalhar com o formato de vídeo. Ele é perfeito para explicar assuntos complexos pois usa o apelo visual que é mais intuitivo e envolvente", explica Ricardo Prates Morais, da emarket, agência de marketing digital responsável pela comunicação da Vertebrata há mais de dez anos.

De acordo com o Dr. Ailton, o projeto é um sucesso: a audiência das redes sociais e do site aumentaram, o que revela que há uma demanda por produção de conteúdo médico em linguagem corriqueira na internet. E a visualização da área de vídeos do site da Vertebrata assim como os compartilhamentos nas redes sociais indicam que o formato é mesmo um sucesso. "Quando as pessoas vêm até nós para tirar dúvidas, sabemos que o serviço prestado é útil. Às vezes, este é o último incentivo necessário para que uma pessoa com dor nas costas ou com dificuldade de locomoção viste o médico, por exemplo", explica Moraes.

Além disso, os vídeos ajudam a reduzir o receio que algumas pessoas têm de se submeter a procedimentos mais invasivos, como as cirurgias. "Com as animações é possível mostrar, de modo visual, que os tratamentos da coluna atuais são muito menos invasivos do que há alguns anos. Novamente, trata-se de uma forma de encorajar o paciente a se submeter ao procedimento e recobrar a sua qualidade de vida", diz.

Por fim, tal estratégia tem ajudado a clínica a fortalecer a sua credibilidade e, consequentemente, atrair novos pacientes - não é raro que uma pessoa conheça o estabelecimento por meio de um vídeo em uma rede social ou lendo um artigo no site. De acordo com o médico, isso mostra que a produção de conteúdo profissional funciona. "O objetivo é justamente conscientizar o público a respeito das doenças que podem afetá-lo, e que ele tem que procurar um médico quando algo não está bem. Quando isso acontece, sabemos que a nossa missão foi cumprida", pontua.



Website: http://vertebrata.com.br/

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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