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Gastos com TI crescerão 2,5% em 2020 no Brasil

Segundo a consultoria Gartner a previsão é de que sejam investidos mais de U$S 64 milhões em Tecnologia da Informação

13 mar 2020
13h31
atualizado em 15/3/2020 às 09h29
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Os gastos com Tecnologia da Informação (TI) no Brasil crescerão 2,5% em 2020, diz estudo da consultoria Gartner. A previsão é que serão investidos US$ 64 bilhões (o equivalente a R$ 266 bilhões).

Foto: DINO / DINO

De olho neste cenário, a Think, empresa brasileira provedora de serviços de outsourcing de infraestrutura de TI, encerrou 2019 com um crescimento de 35% em seu faturamento. A companhia conquistou 30 novos clientes, tendo um avanço importante no mercado com a oferta de soluções de Segurança, Cloud Computing e Outsourcing, principalmente entre empresas do setor de Varejo e Saúde. Para 2020, a projeção é crescer acima de 60%.

De acordo com Marco Lorena, CEO da Think, os resultados conquistados vieram graças a uma sólida estratégia de criação de soluções sob medida para atender as demandas dos clientes com precisão. Além disso, a companhia está se reposicionando no mercado, atuando como Managed Service Provider de desenvolvimento de projetos e serviços de infraestrutura de Tecnologia da Informação (TI).

"Tivemos um investimento forte em ações de Marketing e contamos com a qualidade do nosso trabalho como fonte para a conquista dos resultados. Grande parte dos novos contratos firmados em 2019 foram frutos de indicações de clientes já satisfeitos com as nossas entregas. Também criamos divisões específicas para Healthcare e Security, que impulsionaram as ações nestes segmentos", avalia Lorena.

Para 2020, o CEO da Think projeta ainda mais tração nos novos negócios em razão da economia, além de uma retomada das demandas críticas em TI, que ficaram represadas no ano passado em razão da instabilidade econômica do país, como é o caso da jornada para Cloud Computing. A empresa atua como cloud broker, apoiando os clientes nas decisões técnicas, gerenciais e financeiras, para a escolha do ambiente de TI mais adequado para o ingresso na nuvem.

"Temos uma meta muita agressiva para este ano, muito em função da receita recorrente de 2019, mas também em grande parte pela necessidade das empresas em soluções de Segurança, em função da Lei Geral de Processamento de Dados, que entrará em vigor já no segundo semestre e de Cloud. Nosso grande diferencial é que conseguimos 'encapsular' soluções de forma personalizada e exclusiva, que resolvem os problemas das companhias de forma efetiva", avalia Lorena.

A empresa também avançou em governança corporativa. Neste último ano, constituiu um Conselho de Administração que é formado por profissionais remunerados e que participam de conselhos de companhias de capital aberto profissionalizando ainda mais gestão.

A Think, ainda para 2020, planeja crescer organicamente. A projeção da companhia é ampliar ainda mais sua atuação no eixo Sul-Sudeste e ainda aumentar sua capilaridade nas regiões Norte, Nordeste e na América Latina, principalmente com aquisições de companhias nessas localidades.

Reposicionamento

A companhia está se reposicionando no mercado e passando a atuar como um Managed Services Provider (MSP) de desenvolvimento de projetos e serviços de infraestrutura de TI focada em progressão tecnológica. A Think, com sua grande expertise em diversos segmentos, visa implementar novas tecnologias de forma ágil, oferecendo soluções de cloud, cybersecurity, datacenter, hardware, Edge Computing e outsourcing.

"O foco é uma atuação proativa e preventiva, independente do formato, gerenciando e protegendo infraestruturas de redes, garantindo inteligência de segurança, reduzindo custos e riscos de interrupções. O compromisso está na saúde da operação, por isso o objetivo é a valorização do nível de eficiência elevado e ininterrupto das suas soluções", resume Lorena.

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