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Educação Médica: desafios das escolas médicas e dos professores na formação do médico hoje

29 ago 2019
13h30
atualizado às 13h30
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Será que as Escolas de Medicina e seus professores estão preparados para formar médicos capacitados a cuidar e promover saúde no século XXI?

Foto: shutterstock / DINO

Conforme dados do e-MEC de junho de 2019, o Brasil possui 336 cursos de medicina com  34.793 vagas no primeiro ano. 

A formação dos médicos tem passado por inúmeras transformações, obrigando as Instituições de Ensino  a readequarem seus currículos e a incluir novas metodologias de ensino, onde este passa a ser centrado no estudante, que deve ter mais autonomia e ativa participação. 

As diretrizes curriculares nacionais (DCNs) do Curso de Graduação em Medicina divulgadas pela Ministério de Educação em 2014, têm como preceitos que a formação acadêmica  proporcione ao estudante desenvolver um pensamento crítico e reflexivo, envolvendo aspectos biopsicossociais. Que o mesmo saiba atuar com qualidade na atenção à saúde, pautado em pensamento crítico, que conduza o seu fazer nas melhores evidências científicas. Que aprenda competência de gestão em saúde por meio da participação na implementação das ações, favorecendo a tomada de decisão, baseada em evidências científicas; e que  busque a promoção do pensamento científico e crítico e apoio à produção de novos conhecimentos; análise crítica de fontes, métodos e resultados.

O Artigo 29 da DCN de 2014 apresenta como exigência de estrutura do curso de medicina a utilização de metodologias ativas que privilegiem a participação ativa do aluno na construção do conhecimento e na integração entre os conteúdos, assegurando a indissociabilidade do ensino-pesquisa-extensão. (Brasil. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior. Resolução CNE/ CES Nº 3, de 20 de junho de 2014.Institui diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Medicina. Diário Oficial da União. Brasília, 23 jun. 2014; Seção 1, p.8-11).

Ainda em relação aos métodos de ensino, o Artigo 32 ratifica a importância das metodologias ativas e critério de acompanhamento e avaliação do processo de ensino-aprendizagem.

Vários setores do governo e da sociedade apresentam interesse com a formação de profissionais médicos, a fim de corresponder às necessidades sociais de saúde, bem como as demandas que o mercado apresenta.

O Brasil - Simpósio de Educação Médica em 27 de setembro vem trazer uma contribuição valiosa as Escolas Médicas, seus gestores, coordenadores, professores e estudantes de medicina e da área da saúde com um momento de aprendizagem, reflexão e interação sobre Educação Médica no século XXI. Serão 18 professores, experts na área de educação médica e de outras profissões da saúde que estarão apresentando temas como:  

  • Pressupostos da Docência e Formação Médica no Brasil 
  • Educação Baseada em Competências
  • Como ensinar Saúde e Medicina Baseada em Evidência na Graduação 
  • Saúde Baseada em Evidência e os novos rumos do ensino e da pesquisa
  • Melhores evidências em educação médica 
  • O ensino de urgência e emergência na graduação médica
  • Diretrizes curriculares da medicina, onde estamos e para onde iremos 
  • Como ensinar resiliência e empatia na área da saúde
  • Como ensinar a dar más notícias, 
  • Interação ensino-serviço
  • Aprendizagem baseada em equipes 
  • O papel do residente como educador na formação do graduando de medicina
  •  Acreditação de escolas médicas 
  • Currículo blended em medicina 
  • Debriefing na simulação e no ensino médico 
  • Telemedicina: Desafios na Educação Médica - Da Formação a Prática
  • Uso de big data na educação médica
  • Educação Interprofissional no Brasil: avanços e desafios

Este é um evento totalmente online, multiplataforma e que de forma inédita oferece a possibilidade inclusive de imersão em Realidade Virtual para os seus participantes. A inexistência de custos com passagens, hotelaria, transporte e alimentação representam um corte significativo nas despesas podendo gerar uma economia de 60 a 70% quando comparado a um evento similar presencial em um centro como São Paulo.  A acessibilidade por banda larga possibilita que qualquer instituição ou indivíduo ligado a Educação Médica em nosso País possa participar e levar diretamente os ensinamentos para sua prática transformando a formação do médico hoje.

Requisitos para experimentar em realidade virtual: smartphone com os recursos giroscópio e acelerômetro. Inscritos até 5 de setembro receberão como bônus óculos de realidade virtual + envio pelo correio.

Maiores informações no portal do Brasil Simpósio de Educação Médica: https://bit.ly/2Z6Ivp5



Website: https://www.webtvinterativa.com/

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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