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Como foi a NRF 2019 e quais são as novidades para o ramo de alimentação?

A principal feira de varejo no mundo trouxe destaques sobre o uso de novas tecnologias para vendas online.

18 fev 2019
15h24
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Entre os dias 13 e 15 de janeiro de 2019, ocorreu em Nova York a maior feira de varejo do mundo: a NRF. Nela aconteceram exposições sobre o mercado de varejo e foram apresentados cases de grandes empresas. Além disso, foram realizados fóruns de discussão sobre as tendências de produto e tecnologia.

Foto: DINO / DINO

Neste ano, o evento discutiu muito sobre os próximos passos do relacionamento entre o mercado varejista e o uso de tecnologias de compra. Como diversos dos assuntos abordados na feira podem ser usados para o mercado de alimentação, vamos fazer um compilado das informações que consideramos mais relevantes.

O evento teve um tema central para cada um dos três dias: relacionamento entre marca e cliente, influência da tecnologia em relação à satisfação do cliente e transformação do mercado de varejo através do uso da tecnologia.

Um tema muito abordado foi a personalização de compra, o qual tem sido muito discutido nos últimos anos. Questão que inclusive incentivou diversos negócios criados recentemente. Já não é novidade nenhuma que quanto mais personalizado o atendimento, mais próxima é a relação entre a marca e seus clientes.

Entra aqui a ideia de que o e-commerce de maior sucesso nos próximos anos será aquele capaz de criar uma jornada imersiva do cliente. Isso quer dizer que quanto melhor a interface captar a atenção do cliente, mais bem-sucedido será o processo de compra. E essa questão leva em consideração também a importância de tudo aquilo que já foi comentado anteriormente.

O que chama atenção no que foi trazido pela feira é a importância dos dispositivos móveis na aproximação entre marca e desejo dos clientes. Isso implica dar-lhes o formato de consumo pelo qual se interessam. A forma de agradá-los é oferecer liberdade de escolha em relação à decisão sobre o consumo e sobre a marca escolhida.

Com a popularização das compras online, a integração bem feita entre o ambiente online e o trabalho offline é essencial. Devido à falta de conhecimento dos varejistas em relação ao assunto, a presença de quem entende de desenvolvimento de inteligência artificial (AI) é essencial para o melhor funcionamento dos canais que visam a melhorar a presença no mercado online.

Em relação ao uso de tecnologias no consumo, a multinacional Toshiba apresentou uma pesquisa que mostrou a preferência dos consumidores por uma redução das interações pessoais durante o processo de compra. Isso deixa clara a relevância do desenvolvimento da interface de interação online com o cliente.

E isso se estende também para os passos posteriores à compra, durante o sucesso do cliente. Assim, surge uma aposta no que a Amazon chamou de "Frictionless experience" (algo como experiência sem fricção, numa tradução livre). A "falta de fricção" seria para a loja online, consequência de se ter dados dos clientes bem guardados e usá-los estrategicamente, para que eles sejam reconhecidos assim que voltarem à plataforma de compra. Isso criaria um relacionamento mais natural do cliente como conhecido da marca, aumentando a sua fidelidade.

Com a popularização dos smartphones, o consumo pode acontecer a qualquer momento e lugar. Por isso os clientes querem poder comprar quando quiserem, da forma mais prática possível. O e-commerce eficiente já não é mais um diferencial, mas sim um pré-requisito. A dificuldade, contudo, está na viabilidade econômica desse processo. Uma ferramenta que satisfaça as expectativas do cliente pode chegar a um valor que reduza a margem de lucro do varejista (ou dono de restaurante, como é provavelmente o seu caso).

Também a demanda dos clientes vem se tornando mais exigente com o passar dos anos, e isso impacta no que as empresas devem passar a levar em conta. O foco e a praticidade das compras são fatores muito relevantes, que prometem ser ainda mais importantes durante o ano de 2019. Os consumidores querem que o processo de compra também reflita o estilo de vida que estão levando, o que não deixa espaço para compras que exijam deslocamentos ou esperas prolongadas.

Esses assuntos abordados durante a NRF conversam diretamente com o que os restaurantes vêm enfrentando nos últimos anos. O consumo na hora de comprar comida também mudou, sobretudo com a preferência por consumir dentro de casa, optando por fazer um pedido de delivery ou apenas retirar o pedido no balcão do restaurante. E não adianta ter uma ferramenta que faça a mediação entre consumidor e restaurante, sem pensar em eficiência e viabilidade operacionais.

Essa é justamente a proposta da empresa de tecnologia Delivery Direto: criar um meio economicamente vantajoso para que os restaurantes possam fornecer um atendimento personalizado e eficiente para seus clientes. Tudo através da tecnologia, que é um fator essencial para a adaptação ao mercado atual. Na plataforma desenvolvida por eles, o restaurante oferece ao cliente a opção de delivery ou retirar na loja (também conhecidos por to go e take out) e a compra pode ser feita pelo site, pelos aplicativos ou pela página do restaurante no Facebook.

O dono do restaurante conta ainda com ferramentas que permitem a manutenção do relacionamento com o cliente e estimulam a recorrência de compra, como programas de fidelidade automatizados, pesquisas de satisfação pelo método NPS, réguas automáticas de e-mails, notificações para o celular, programa de indicação, dentre tantas outras.

Tem também ferramentas que facilitam o processo de compra do cliente e se mostram valiosas para toda a jornada desse consumidor, desde o momento em que ele tem a praticidade de refazer seu último pedido até o oferecimento de cupons de desconto especiais. Tudo colabora para um bom relacionamento com o cliente e para um posicionamento que se integra nas expectativas de mercado.

SOBRE O DELIVERY DIRETO
O Delivery Direto foi fundado em 2016 pelos mesmos criadores do guia Kekanto e recebeu investimento da Accel Partners, principal fundo investidor do Facebook e Spotify, e a Kaszek Ventures, investidora do Nubank, Netshoes e GuiaBolso. Em 2017, foi investido pelo programa de aceleração do Google no Vale do Silício, o Google Launchpad.

Com três anos de vida, já conta com mais de 1.100 clientes espalhados por todo Brasil, incluindo grandes marcas como P.F. Chang's (SP), Balada Mix (RJ), Sushi Rão (RJ) e Pittsburg (Natal).



Website: https://deliverydireto.com.br/

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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