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BH atrai investimento em formação voltada para mercado do entretenimento

Escola ZION inaugura primeira unidade na capital mineira, com recursos que ultrapassam R$ 2,5 milhões

13 fev 2019
18h03
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O mercado de entretenimento deve registrar a marca de 4,2 pontos de crescimento anual médio, até 2021, e o Brasil pode alcançar números superiores à média global, com até 4,6% ao ano. É o que indica o levantamento Global Entertainment & Media Outlook, divulgado pela PricewaterhouseCoopers (PwC), que analisou gastos de consumidores e anunciantes de 15 segmentos do setor, em 53 países. Segundo o estudo, a expectativa é de que o tempo e o dinheiro investidos em games e vídeos cresçam, até 2021, cerca de 27% e 25%, respectivamente.

Foto: DINO / DINO

Atenta a esse potencial, a ZION Escola de Entretenimento vem crescendo, em média, 38% ao ano com uma proposta de ensino inovadora, que estimula o conhecimento e a criatividade em cursos voltados para áreas de animação, TV, cinema e jogos digitais. Na última semana, o grupo inaugurou sua primeira unidade em Belo Horizonte, com investimentos que ultrapassam R$ 2,5 milhões. A abertura da escola na capital mineira marca também o início da expansão da ZION fora do estado do Rio de Janeiro, onde já está localizada em Alcântara, Campo Grande, Niterói, Caxias, Madureira e, em breve, Tijuca. A meta é chegar a 77 escolas até o ano 2030.

Leandro Moreira, CEO da ZION, afirma que o avanço das novas tecnologias e o aumento da velocidade com que as informações são compartilhadas impulsionaram a demanda por conteúdos audiovisuais. "As pessoas têm pouco tempo para consumir informação. Por isso, as mídias audiovisuais têm sido cada vez mais utilizadas como ferramenta para transmitir conhecimento. Com imagens e sons você consegue comunicar com uma eficiência muito maior do que com um letreiro ou um outdoor estático", afirma. Segundo o CEO, o curso mais procurado é o de Design Master, que representa cerca de 95% da demanda total e possibilita a formação em design gráfico, TV e cinema e 3D. 

Outro ponto de atenção do grupo ZION são as previsões otimistas para o mercado brasileiro de games. No Brasil, o faturamento dos jogos virtuais, somando apenas videogames e computadores, deve subir de US$ 556 milhões (cerca de R$ 2,2 bilhões), registrados em 2017, para US$ 803 milhões (cerca de R$ 3,2 bilhões), em 2022 - crescimento médio de 8,9% ao ano. Considerados todos os dispositivos e plataformas, a indústria de games se mantém mais rentável que a cinematográfica e a musical juntas.  

A qualificação em Game Designer tem como foco o desenvolvimento e comercialização de games educativos e de ação, simuladores e instrumentos de realidade virtual, além da oferta de treinamentos corporativos. Segundo o diretor da unidade de Belo Horizonte, Raphael Azeredo, as áreas de design e de criação de jogos eletrônicos alimentam não só o segmento do entretenimento, mas uma série de outros que buscam inovação. "Com a integração de ferramentas e tecnologia, os games já não são apenas uma atividade de lazer, mas um recurso que pode ser integrado a outras áreas da vida, do trabalho à educação", explica o diretor. O processo é conhecido como gamificação e permite a adoção de várias estratégias.

Educação x entretenimento

Leandro Moreira observa que os métodos de ensino e a relação entre professor e alunos em sala de aula pouco mudaram nos últimos anos, diferentemente dos dispositivos tecnológicos disponíveis. "Os alunos hoje acompanham todas as mudanças do mundo por meio de um smartphone. E isso impacta diretamente na sua aprendizagem e no interesse pelos conteúdos ensinados no ambiente escolar. Os professores e as escolas precisam estar abertos a outras perspectivas", afirma o CEO da ZION.

Segundo ele, os jogos eletrônicos são uma ferramenta de ensino poderosa em qualquer nível de formação, pois potencializam o ensino ao propiciar maior nível de engajamento e interação. "É possível utilizar recursos dos jogos, como a competição e o ganho de pontos, tornando o processo de aprendizagem mais eficiente e interessante", pontua.

BH: Capital da inovação

O Brasil conta atualmente com 364 edtechs (startups de base tecnológica na área de educação), segundo pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups) em parceria com o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB). Minas Gerais é o segundo estado com o maior número delas (11%), atrás apenas de São Paulo (43%). O estudo identificou ainda que entre as principais especialidades das edtechs do país estão as áreas de coleta de dados e processos (18,95%), monitoramento e gerenciamento de informações (4,94%), distribuição e venda de conteúdo (4,67%), realidade virtual e aumentada (1,92%), coaching e planejamento de carreira (1,64%), ferramentas de comunicação e interação (1,37%), análise e relatórios (1,37%), entre outras.

"Minas Gerais apresenta um enorme potencial pelo número de empreendedores, aceleradoras, educadores, instituições e órgãos públicos engajados em inovação. Nossa missão é contribuir com a formação de profissionais criativos, inovadores e empreendedores para esse ecossistema", diz Raphael Azeredo, diretor da ZION BH. Com ambientes inspirados nos cenários dos jogos digitais, planejados para estimular o potencial criativo dos alunos. Além dos laboratórios e ambientes de ensino e entretenimento, a ZION conta com o Centro de Inovação Acadêmica, onde os profissionais adquirem conhecimentos sobre as ferramentas mais modernas e suas aplicabilidades. Azeredo afirma que a unidade de Belo Horizonte terá ainda a exclusiva Incubadora de Talentos, voltada para concepção, desenvolvimento e aceleração de startups na área de tecnologia e design de jogos. "Aqui, eles terão contato com clientes reais e serão monitorados por profissionais desde o início do curso", diz o diretor da ZION BH.

Reconhecida com a certificação internacional Adobe, a ZION propõe formação tecnológica, com estrutura e equipamentos de ponta e profissionais com mais de uma década de experiência no mercado. Em sua gestão, faz uso das práticas e padrões Disney, maior empresa de entretenimento do mundo, para gerar valor ao negócio, servir, atender e liderar com excelência. Além das inúmeras ações desenvolvidas, a empresa detém as marcas Escola de Liderança LEGACY, Z Talent - showroom de talentos para a indústria criativa, Overload, Creative Week, Zmídia, Esquadrão Z, #Use ZION, Centro de inovação acadêmica (CIA), Z Games, ZION e-Sports e Universo.



Website: https://escolazion.com/

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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