Declaração do filho de Bolsonaro sobre prisão domiciliar viraliza; veja
Flávio Bolsonaro se pronuncia pós o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinar a prisão domiciliar do ex-presidente
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) quebrou o silêncio e se pronunciou após o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinar a prisão domiciliar do ex-presidente. O político lamentou a decisão e soltou o verbo em entrevista ao CNN Arena.
"Recebo essa notícia com muita indignação. Mais um capítulo triste na história do Brasil, e estamos oficialmente numa ditadura, onde uma única pessoa, sozinha, decreta a prisão de um ex-presidente da República", iniciou ele.
Ainda em entrevista, o filho de Jair afirmou que decisão seria parte de uma "vingança pessoal" do ministro. "Não bastou apenas ele desequilibrar o processo eleitoral atuando como presidente do TSE, e pesando mais a favor do nosso concorrente, foi uma missão dada. É uma missão cumprida. Uma clara demonstração de vingança às sanções que ele sofreu pela Lei Magnitsky", completou.
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Eduardo Bolsonaro se pronuncia
Eduardo Bolsonaro também reagiu nas redes sociais sobre a decisão. "Recebi com tristeza, como filho, mas sem surpresas, a notícia da prisão domiciliar do meu pai, Jair Bolsonaro. Desde que traçamos nossos planos para a restauração das liberdades no Brasil, sempre tivemos a certeza de que Alexandre de Moraes é um psicopata descontrolado que jamais hesitaria em dobrar a aposta", disparou.
"As fichas do outro lado estão acabando, e as oportunidades de frear esta loucura estão se esgotando. Que o sistema entenda isso antes que seja tarde demais. Deus abençoe o Brasil. E Deus abençoe a América", continuou o deputado.
Em seguida, Eduardo também emitiu uma nota. "Meu pai, Jair Bolsonaro, foi preso hoje por apoiar, de sua própria casa, o povo brasileiro que foi às ruas para se manifestar contra os abusos do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. E porque eu e meus irmãos postamos fotos dele. Uma prisão sem crime, sem provas, sem julgamento... Apenas abuso de poder para silenciar o líder da oposição brasileira. O Brasil não é mais uma democracia. O mundo precisa tomar nota", declarou.