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Governo vê melhora em três regiões do interior de SP

Estado acumula mais 11.211 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, chegando a 463 mil pessoas; mortes vão para 21.206

24 jul 2020 - 13h38
(atualizado às 13h46)
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A oitava revisão do Plano São Paulo, o programa do governo paulista de reabertura econômica em meio à pandemia do coronavírus, relaxou a quarentena em três regiões do Estado, que agora tem apenas três áreas classificadas como "vermelha", onde só serviços essenciais podem funcionar.

As regiões que melhoraram foram de Araraquara, que saiu da fase laranja para a fase amarela, e de Campinas e Araçatuba, que migraram de vermelho para laranja. Dessa forma, elas podem reabrir comércio de rua, shoppings, escritórios, concessionárias e imobiliárias. Permanecem na restrição máxima Franca, Piracicaba e Ribeirão Preto.

O governador João Doria (PSDB) garantiu mais 100 leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) nas regiões que permanecem em vermelho. "Vamos ampliar o cuidado protetivo para a população dessas cidades", disse o governador, ao afirmar ainda que o Estado tem mais leitos de UTI do que países europeus como Itália e Espanha.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes
Foto: Divulgação/Governo do Estado de SP / Estadão Conteúdo

Nesta sexta, São Paulo registrou mais 11.211 casos confirmados de covid-19, fazendo o total de infecções no Estado ser de 463.218 pessoas. Já o total de mortes confirmadas nas últimas 24 horas foi de mais 312, com o Estado chegando a um total de 21.206 óbitos.

No acumulado desde a última semana, o Estado viu uma redução da velocidade de propagação da pandemia, indicando um leve arrefecimento da crise. "Pela primeira vez, temos uma melhoria de casos, internações e óbitos em todo o Estado", disse a secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen, uma das coordenadoras do Plano São Paulo.

"Isso é muito importante, porque estamos no inverno", disse a secretária, ao destacar que no mês de julho historicamente há alta no caso de internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), casos que também são classificados como suspeitos de covid-19.
Estadão
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