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Comissão rejeita analisar nomeação de filho de Mourão

Presidente em exercício diz que órgão 'seguiu a lei'; Antonio Hamilton Rossell Mourão foi promovido assessor especial da presidência do Banco do Brasil

23 jan 2019
22h37
atualizado às 23h24
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Após a Comissão de Ética Pública da Presidência rejeitar a abertura de um procedimento para analisar a nomeação de seu filho no Banco do Brasil, o presidente em exercício, Hamilton Mourão, declarou que o órgão seguiu a lei. "A Comissão de Ética seguiu a legislação prevista. Então não compete a mim ficar satisfeito ou não", disse Mourão, ao ser perguntado se estava satisfeito com a decisão.

Hamilton Mourão fala com jornalistas no Rio de Janeiro
30/10/2018 REUTERS/Sergio Moraes
Hamilton Mourão fala com jornalistas no Rio de Janeiro 30/10/2018 REUTERS/Sergio Moraes
Foto: Reuters

Antonio Hamilton Rossell Mourão, filho do presidente em exercício, foi promovido a assessor especial da presidência do Banco do Brasil, posto com salário de cerca de R$ 36 mil. A nomeação foi questionada com o argumento de que representaria nepotismo na administração federal.

 

Estadão

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