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Relevo de Mariana mudou com o dasastre

Imagens de satélite mostram a transformação

13 nov 2015
19h36
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 No dia 5 de novembro de 2015, Mariana, cidade histórica de Minas Gerais a cerca de 100 km de Belo Horizonte, foi palco de um dos piores desastres sociais e ambientais ocorridos no Brasil.

O rompimento das barragens de contenção de rejeitos de mineração que ocorreu na região de Mariana desencadeou uma avalanche de lama.

Foto: Climatempo

Um violento e incontrolável rio de lama desceu montanha abaixo soterrando a região de Bento Rodrigues, distrito de Mariana, deixando vítimas fatais e um enorme prejuízo ambiental e material.

Foto: Climatempo

A lama que no início era mole, pois ainda tinha muita água, foi endurecendo nos dias seguintes com o predomínio do sol forte e do calor. A lama mole deu lugar a enormes blocos de barro duro.

A fantástica quantidade de lama que se espalhou sobre a região de Bento Rodrigues, e que atingiu outras regiões vizinhas, mudou a geografia do lugar. Árvores, estradas, casas, morros ficaram debaixo da grossa camada da lama e não vão reaparecer mais. As curvas serão outras daqui para frente e o trabalho de reconstrução vai levar muitos meses.

Foto: Climatempo

O desastre em Mariana modificou o relevo local como ocorreu em janeiro de 2011 na região do vale do Cuiabá, em Petrópolis, que está entre os maiores desastres naturais do Brasil relacionados com excesso de chuva.

A empresa Digital Globe, dos Estados Unidos, especializada tratamento de imagens de satélite em altíssima resolução liberou para o público as imagens da região de Mariana antes e depois da avalanche de lama. As imagens de como era a região originalmente são do dia 21 de julho de 2015. As imagens com a transfiguração após a passagem da onda de lama gerada pelo rompimento das barragens foram realizadas no dia 10 de novembro de 2015.

Foto: Climatempo

Foto: Climatempo

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Climatempo
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