Vantagem de Lula sobre Flávio cai no 2º turno, empate técnico se mantém, diz Quaest
Pesquisa Quaest aponta queda na vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro no segundo turno, configurando empate técnico com 42% contra 41%. No primeiro turno, o presidente lidera com 37%, seguido pelo senador com 29% ou 30%, dependendo da presença de Pablo Marçal. Augusto Cury consolida-se em terceiro lugar com 10%, distante dos líderes, enquanto os demais candidatos não superam 3%. O levantamento ouviu 2.004 pessoas entre 30 de agosto e 1º de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais.
A vantagem numérica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) caiu em um potencial segundo turno da eleição presidencial de outubro, mostrou pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira pelo jornal O Globo, que indicou ainda persistência do cenário de empate técnico entre ambos.
O levantamento confirmou ainda tendência apontada por outras pesquisas recentes de crescimento de Augusto Cury (Avante), que se consolida na terceira posição, embora ainda distante de Lula e Flávio.
No primeiro turno, em um cenário sem o nome de Pablo Marçal (PRTB), Lula aparece com 37%, ante 38% na pesquisa anterior divulgada em 14 de agosto, ao passo que Flávio soma 29%, ante 31%, e Cury aparece com 10%, ante 2%. Nenhum outro candidato ultrapassa a marca de 3%.
No cenário em que Marçal aparece como candidato, Lula tem 37%, ao passo que Flávio soma 30%. Cury aparece com 10%. Nenhum outro candidato ultrapassa a marca de 3%. Não é possível comparar este cenário com o da pesquisa anterior, pois no levantamento de meados de agosto Leonardo Avalanche aparecia como candidato do PRTB no lugar de Marçal, que registrou sua candidatura a despeito de ter sido declarado inelegível por oito anos por decisão judicial.
No segundo turno, Lula soma 42% ao passo que Flávio aparece com 41%. Ambos estão em empate técnico dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais. No levantamento anterior, o petista tinha 43% e o senador registrava 40%.
A Quaest ouviu 2.004 pessoas entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro.
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