TSE aceita ação do Novo e pede informações à chapa Lula-Alckmin
O ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do TSE, aceitou a ação do partido Novo contra a chapa de Lula e Alckmin, dando cinco dias para a defesa se manifestar. O processo acusa o governo de abuso de poder político por medidas como o reajuste do Bolsa Família, solicitando a cassação dos diplomas e a inelegibilidade de ambos por oito anos após 2026.
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Ricardo Villas Bôas Cueva decidiu pela admissibilidade de ação apresentada pelo partido Novo contra a chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente Geraldo Alckmin, reeleitos para os cargos em outubro.
Na decisão, Cueva, que também é corregedor-geral da Justiça Eleitoral, afirma que a ação do Novo "reúne condições para o seu regular processamento" e concede um prazo de 5 dias para a apresentação da defesa dos acusados.
Na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), o partido argumenta que medidas tomadas pelo governo -- como o reajuste dos benefícios do Bolsa Família -- configuram suposto abuso de poder político.
O Novo pede, na Aije, "a cassação dos registros ou dos diplomas dos investigados e a declaração de sua inelegibilidade para as eleições a se realizarem nos oito anos subsequentes ao pleito de 2026".
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