SP: camelôs e policiais entram em conflito na região do Brás
SP: camelôs e policiais entram em conflito na região do Brás
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Durante o protesto, os camelôs queimaram um veículo na região do Brás, centro de São Paulo
Foto: Helio Torchi / Futura Press
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Durante o protesto, os camelôs queimaram um veículo na região do Brás, centro de São PauloFoto: Helio Torchi / Futura Press
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Camelôs bloqueiam avenida do Estado, na região do Brás, centro de São PauloFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Policiais observam movimentação dos manifestantesFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Camelôs protestam após serem impedidos de montar suas barracas no entorno da Feira da Madrugada, onde o comércio é irregularFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Comerciante bate boca com manifestantes na região do BrásFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Manifestação foi marcada por tumultos e discussõesFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Trânsito na região foi bloqueado devido à manifestaçãoFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Manifestantes pedem o fim da repressão policial aos camelôsFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Policiais vigiam grupo de manifestantesFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Comerciantes fecham as portas com medo de depredaçõesFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Policiais montados fazem a escolta dos manifestantesFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Polícia faz cordão de isolamento em frente a estabelecimentos comerciaisFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Manifestante faz o sinal da vitória com as mãosFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Homem com bebê no colo caminha ao lado de manifestantesFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Policiais tentam negociar com manifestantesFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Foto: / Terra
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Os camelôs que protestam desde a noite de segunda-feira contra a proibição de montarem suas barracas durante a madrugada na região do Brás, no Centro de São Paulo, bloquearam novamente a Avenida do Estado no início da manhã de hojeFoto: Mario Angelo / Futura Press
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Alguns integrantes do protesto hostilizavam os comerciantes que insistiam em manter as lojas abertasFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Segundo a Polícia Militar, um grupo de cerca de 260 homens e 59 viaturas foi destacado para reforçar o patrulhamento na área desde segunda-feira. Os PMs também tinham apoio da cavalaria e da Tropa de ChoqueFoto: Aloísio Maurício / Terra
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O motivo do protesto é a proibição pela prefeitura do comércio ilegal nas imediações da Feira da Madrugada, o que levou a polícia a proibir que os ambulantes montassem suas barracasFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Comerciantes que mantinham as portas à meia altura eram xingados e seus estabelecimentos eram atingidos por chutes, pedras e outros objetos. Algumas lojas chegaram a ter itens saqueadosFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Um manifestante que atirou a roda de um carrinho de feira na polícia foi presoFoto: Aloísio Maurício / Terra
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O grupo se deslocava principalmente pela rua Oriente, que estava parcialmente bloqueada pela multidãoFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Polícia dispersou os manifestantes com bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e balas de borrachaFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Lojistas que tiveram de fechar as portas por causa da manifestação ficaram sem clientes por toda a manhã e tiveram prejuízoFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Cerca de 400 homens da Polícia Militar, da Força Tática e da Tropa de Choque permaneceriam no local até que o movimento cessasseFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Por medo de saques e depredações, os comerciantes mantinham as lojas fechadas até por volta das 11hFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Equilibrando-se em um palanque improvisado com papelão em cima da garupa de uma bicicleta, o vereador Adílson Amadeu (PTB) prometeu levar o assunto para a prefeituraFoto: Aloísio Maurício / Terra
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'Choro de raiva toda vez que eu ouço o Kassab falando que todo mundo trabalha com mercadoria roubada'Foto: Aloísio Maurício / Terra
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Com presença da cavalaria e de um efetivo de mais de 400 homens na região, segundo fontes oficiais, a PM controlou a movimentação na região pouco após as 10hFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Policiais chegaram a usar bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha para conter a depredação de lojas no início da manhãFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Por causa da confusão, o movimento na Feira diminuiu pela metade, contou uma vendedoraFoto: Aloísio Maurício / Terra
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A Tropa de Choque fez uma barreira para impedir os manifestantes de entrar na Feira da MadrugadaFoto: Aloísio Maurício / Terra
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"Eu pago água, luz e tenho nota fiscal de todos os tecidos que compro, não tenho produto roubado não", diz a vendedora Marinei Leite Monteiro, 48 anosFoto: Aloísio Maurício / Terra
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"A maioria dessas lojinhas foram camelôs um dia. Eles (camelôs) são pai de família, têm que trabalhar para alimentar os filhos", pondera o vendedor Tiago Henrique, 22 anosFoto: Aloísio Maurício / Terra
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"O mais importante agora é suspender essa operação, que é ilegal, e pedir que vocês fiquem na calçada até o fim desse ano", prometeu o vereador José Américo (PT)Foto: Aloísio Maurício / Terra
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"Vamos encerrar a manifestação", disse o presidente do sindicato dos camelôs independentes de São Paulo, Leandro Dantas, "mas se não houver liberação nós vamos voltar aqui às 4h (da manhã) e montar nossas barracas", ameaçouFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Foto: Terra
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Pela terceira madrugada seguida, houve novo protesto de camelôs na região do Brás nesta quinta-feiraFoto: Aloísio Maurício / Terra
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No início da manhã, o movimento de camelôs era bem intenso na regiãoFoto: Aloísio Maurício / Terra
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A Tropa de Choque fez um policiamento ostensivo na região desde o início da madrugada para evitar confusõesFoto: Aloísio Maurício / Terra
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No começo da manhã, houve mais reforço policial na região do BrásFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Os policiais chegaram a usar bombas de gás de efeito moralFoto: Aloísio Maurício / Terra
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A PM teve que entrar em ação para dispersar grupos de camelôsFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Houve um início de confusão no fim da madrugadaFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Por volta das 7h, o presidente do Sindicato dos Camelôs Independentes de São Paulo, Leandro Dantas, conversou com a políciaFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Depois das 7h, não houve mais conflitos e a polícia só monitorou o movimentoFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Esta foi a terceira madrugada seguida de manifestação dos camelôsFoto: Aloísio Maurício / Terra
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O protesto desta quinta-feira reuniu muito mais gente do que nos outros dois diasFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Os manifestantes caminharam por vias ao redor da Feira da Madrugada acompanhados pela políciaFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Ontem houve uma reunião com a administração municipal, e a prefeitura negou a permissão para eles voltarem às ruasFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Eles criticavam a Operação Delegada, da prefeitura, e as ações da prefeituraFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Segundo eles, a época de fim de ano é quando as vendas ficam melhoresFoto: Aloísio Maurício / Terra
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O grupo de comerciantes pedia para voltar às ruas até o fim deste anoFoto: Aloísio Maurício / Terra
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Esta é a terceira madrugada seguida de manifestação dos camelôs. O motivo é a proibição pela prefeitura do comércio ilegal nas imediações da Feira da MadrugadaFoto: mgambrosio / vc repórter
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Apesar de um incidente com uma bomba da PM no começo do dia, a manifestação correu pacificamenteFoto: Bruno Santos / Terra
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Dia começou com muita negociação entre camelôs e PMsFoto: Bruno Santos / Terra
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A Polícia Militar foi irredutível quanto à possibilidade de bloquear ruasFoto: Bruno Santos / Terra
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Os camelôs dizem que querem suporte da prefeitura para poderem trabalharFoto: Bruno Santos / Terra
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Polícia ficou de prontidão caso houvesse alguma balbúrdia ou desordemFoto: Bruno Santos / Terra
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Passeata foi acompanhada o tempo todo pela PMFoto: Bruno Santos / Terra
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Manifestantes carregavam apitos e faziam barulho por onde passavamFoto: Bruno Santos / Terra
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A PM contou com o apoio da Tropa de Choque e da cavalaria, que não chegaram a entrar em açãoFoto: Bruno Santos / Terra
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Ao contrário dos outros dias, a PM mal precisou agir nesta sexta-feiraFoto: Bruno Santos / Terra
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Imediatamente a PM foi conversar com a liderança do protesto e disse não ter autorizado a iniciativa, e não houve mais bombasFoto: Bruno Santos / Terra
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Quando os comerciantes se organizavam para começar o protesto, por volta das 6h20, uma bomba de gás foi lançada contra a multidãoFoto: Bruno Santos / Terra
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O protesto aconteceu pelo quarto dia seguido e foi carregado de tensãoFoto: Bruno Santos / Terra
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Ao passarem na frente das lojas, camelôs diziam aos lojistas para fecharemFoto: Bruno Santos / Terra
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Os manifestantes se sentaram na esquina da rua Ministro Firmino Whitaker com o largo da ConcórdiaFoto: Bruno Santos / Terra
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O grupo discutiu com a PM e o rapaz foi liberadoFoto: Bruno Santos / Terra
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Por volta das 9h30, um ovo foi jogado na polícia e um manifestante foi detidoFoto: Bruno Santos / Terra
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PM e manifestantes se encararam, mas o protesto foi mais pacífico do que os outros três diasFoto: Bruno Santos / Terra
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Pela quarta vez, camelôs voltaram a protestar no Brás, centro de São Paulo, pelo direito de armar suas barracas na rua de madrugadaFoto: Bruno Santos / Terra
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Foto: Terra
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Na manhã deste sábado, cerca de 600 camelôs protestaram de forma pacífica; na madrugada, quatro foram detidos com morteirosFoto: Mario Angelo / Futura Press
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