Script = https://s1.trrsf.com/update-1786557910/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
REPRISE
Cientistas, educadores e pensadores debatem sobre o futuro do planeta; assista

Política

Publicidade

Zema afirma que Senado está 'acovardado' diante de crise no STF e defende saída do Brasil dos Brics

Candidato do Novo à Presidência afirma que eleição é 'igual cardápio' e critica desconhecimento do processo eleitoral

3 set 2026 - 23h19
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
Em sabatina à Veja, Romeu Zema minimizou seu baixo desempenho eleitoral alegando desconhecimento do público sobre o pleito. O governador de Minas Gerais criticou o Senado, chamando-o de "acovardado" por não investigar escândalos no STF. Na política externa, Zema apoiou a postura de Donald Trump contra o crime organizado, desconsiderou temores de intervenção norte-americana e defendeu a saída do Brasil dos Brics, afirmando que o país não possui afinidade com os demais integrantes do bloco.

Romeu Zema (Novo), nesta quinta-feira, 3, afirmou, em sabatina transmitida pela Veja, que as "eleição é igual um cardápio", e os eleitores desconhecem o processo de votação. Ele estava respondendo a uma pergunta sobre as baixas intenções de voto na sua campanha.

Em seguida, Zema se usou de exemplo sobre a suposta ignorância brasileira em relação ao processo democrático. "Eu, por exemplo, fui em um hotel que estava sendo reformado, e os pedreiros não me reconheceram", afirmou.

Zema é o candidato do Novo à Presidência.
Zema é o candidato do Novo à Presidência.
Foto: Romeu Zema via Instagram / Estadão

Durante a entrevista, o candidato estava usando uma camiseta preta com a inscrição "chega de intocáveis". Era uma referência ao escândalo recente envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) e o banco Master.

Sobre o caso, Zema afirmou que o Senado está "acovardado", e a República não faz as movimentações que deveria para investigar o escândalo.

Em outro segmento da entrevista, o candidato falou sobre economia e política internacional. Quando perguntado se ele temia uma intervenção norte-americana no Brasil, respondeu: "temos pelo menos 60 milhões de brasileiros vivendo sob tutela de facções do crime organizado muito mais do que uma intervenção".

Zema também afirmou que quer cooperar com outros países, e acha bem-vinda a intenção de Donald Trump de combater o crime organizado nas américas.

Por fim, ele relatou que, enquanto governador de Minas Gerais, sempre tratou possíveis parceiros econômicos de forma amigável, e que vê a resposta do estado brasileiro às tarifas de Trump como equivocada.

Zema afirmou, também, que o Brasil não tem "nenhuma afinidade" com os países do Brics, e que deveria sair do bloco.

Estadão
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra