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Política

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Segundo turno é outra eleição e quem tem rejeição mais alta perde, diz Rui Costa

6 out 2026 - 07h41
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Resumo
O senador eleito Rui Costa (PT) afirmou que o segundo turno presidencial zera a disputa e que o pleito de 25 de outubro será decidido pela rejeição, sendo derrotado quem for mais rejeitado pelo eleitor. Aliado de Lula, ele avaliou o novo cenário após o primeiro turno, no qual Flávio Bolsonaro liderou com 47,03% dos votos válidos contra 45,16% do petista, que teve um desempenho inferior ao registrado na primeira etapa de 2022.

O ex-ministro da Casa Civil e senador eleito pela Bahia, Rui Costa (PT), declarou nesta segunda-feira, 5, que o segundo turno mostra que a eleição presidencial está zerada. Na avaliação dele, que é um dos aliados mais próximos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o candidato que tiver mais rejeição irá perder o pleito do dia 25 de outubro.

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"O segundo turno é outra eleição. As pessoas ficam comparando (os desempenhos), mas não tem comparação. Agora, é medir rejeição. Então, o que é mais forte para as pessoas decidirem é quem ela não quer. Quem tiver, ao final, uma rejeição mais alta perde a eleição, é assim que funciona", afirmou Costa.

No primeiro turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL) teve 56.104.503 votos (47,03% dos votos válidos), enquanto Lula terminou com 53.879.538 votos (45,16% dos votos válidos). O petista teve 3.379.966 votos a menos do que no primeiro turno de 2022.

Estadão
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