Renan Santos nega ter sido procurado para fazer alianças e lista outras prioridades após 1º turno
Político diz que irá focar no MBL, no Missão e no lançamento de novo álbum da sua banda de rock
Após obter 2,24% dos votos para presidente, Renan Santos (Missão) negou ter sido procurado por PT ou Centrão e descartou alianças no segundo turno. Suas prioridades agora incluem estruturar seu partido, focar no MBL e em sua banda de rock. Ele reconheceu a força do bolsonarismo, afirmando que não se oporá a correligionários que apoiem Flávio Bolsonaro. Nas urnas, seu grupo garantiu a eleição de Kim Kataguiri para deputado federal e Rafa Minato para estadual em São Paulo.
Em entrevista ao SBT News, nesta segunda-feira, 5, Renan Santos (Missão) afirmou que não foi contatado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) depois do primeiro turno, realizado no domingo, 4. Ele declarou que o Centrão também não entrou em contato.
Renan afirmou que irá evitar conversas e seguirá com outras prioridades. Ele cita a estruturação do partido político Missão, questões internas do Movimento Brasil Livre (MBL) e o lançamento de um novo álbum de sua banda de rock, Limão Rosa. O deputado estadual Arthur do Val, conhecido como Mamãe Falei, é integrante da banda.
O ex-presidenciável também comentou sobre Flávio Bolsonaro (PL) e a direita brasileira. Em sua fala reconheceu a força do bolsonarismo. "Não existe direita sem Bolsonaro", declaro.
Além disso, afirmou que não fará oposição a integrantes do movimento que optarem por seguir Flávio Bolsonaro.
No primeiro turno das eleições, Renan Santos, então candidato à presidência, conquistou 2,6 milhões de votos, um valor que representa 2,24%.
Seu partido conseguiu reeleger Kim Kataguiri como deputado federal e eleger Rafa Minato como estadual por São Paulo.
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