Saiba quem assume as vagas de Moro e Cleitinho após senadores serem eleitos para governos estaduais
Acre, Amazonas e Tocantins definirão mudanças no Senado no segundo turno
Com a eleição de Cleitinho e Sergio Moro para os governos de Minas Gerais e Paraná em 2026, seus mandatos no Senado serão assumidos em 2027 pelos suplentes Alex Diniz e Luis Felipe Cunha, respectivamente. Outros senadores ainda disputam governos estaduais em segundo turno e podem abrir novas vagas para suplentes: Alan Rick, no Acre (com Gemil Júnior como substituto); Omar Aziz, no Amazonas (cedendo vaga a Cheila Moreira); e Professora Dorinha Seabra, no Tocantins (dando lugar à Professora Lu).
No primeiro turno das eleições de 2026, Cleitinho (Republicanos) e Sergio Moro (PL) foram eleitos para o governo dos Estados de Minas Gerais e Paraná, respectivamente. Os dois possuem mandatos no Senado Federal até 2031, então a partir de 2027, seus suplentes assumem as cadeiras. Conheça os nomes que irão assumir as vagas.
Alex Diniz (PL) é o primeiro suplente do senador e governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho, e assume o cargo no início de 2027. O empresário, natural de Governador Valadares, disputou a sua primeira eleição em 2022, concorrendo como suplente de Cleitinho. No período, declarou mais de R$ 66 milhões em patrimônio à Justiça Eleitoral. Antes de se filiar ao PL em 2025, estava no Partido Social Cristão (PSC).
O empresário é irmão de Hercílio Coelho Diniz (MDB), deputado federal no segundo mandato por Minas Gerais. O segundo suplente é Wander de Souza (Republicanos).
No Paraná, a vaga de Sergio Moro será transferida para Luis Felipe Cunha (União Brasil). Formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), ele também é mestre em Direito Econômico e Social. Por nove anos, ele já foi professor universitário e atuou no Tribunal de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil. Ele também assumirá o primeiro cargo político da carreira. O segundo suplente é Ricardo Guerra (União Brasil).
Três Estados ainda estão com cenários indefinidos
Além deles, outros senadores ainda estão em disputas por governos estaduais. É o caso de Allan Rick (Republicanos) que concorre pelo governo do Acre. Ele aparece em segundo lugar, com 32,27% contra 49,76% da candidata à reeleição Mailza Assis (PP). Caso ele assuma o cargo estadual, Gemil Júnior (PSD) herdará a vaga do Senado.
O Amazonas também irá ao segundo turno para decidir entre o representante do Senado Federal Omar Aziz (PSD) e a candidata do PL, professora Maria do Carmo. O atual senador aparece 40,63% dos votos contra 24,49% da segunda colocada. Caso seja eleito, Cheila Moreira (PT) assume. Esse cenário iria ampliar a bancada petista para um total de 10 membros.
Tocantins encerra a lista com a senadora e candidata ao governo Professora Dorinha Seabra (União Brasil). Em uma disputa acirrada, ela somou 45,52% dos votos no primeiro turno contra 43,94% de Vicentinho Júnior (PSDB). Em uma eventual eleição, Professora Lu, ex-prefeita de Arapoema, herda a vaga do senado federal.
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