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Política

Rumble comemora sanções contra Moraes e pede retorno da rede social no País

Plataforma acionou Justiça americana contra o ministro do STF

30 jul 2025 - 17h57
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A defesa da rede social Rumble, que está bloqueada no País, divulgou nesta quarta-feira, 30, nota comemorando a imposição de sanções por meio da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A plataforma move, desde fevereiro, um processo na Justiça americana acusando o magistrado de violação à soberania americana por pedidos de remoção de conteúdo.

"Nenhum juiz estrangeiro tem autoridade para censurar o discurso americano ou penalizar empresas americanas por cumprirem as proteções constitucionais em solo americano", afirma o texto. A nota, assinada pelos advogados Martin De Luca e Matthew L. Schwartz, ainda pede que o STF "reverta essas ordens ilegais e restaure o acesso total ao Rumble no Brasil".

A aplicação de Lei Global Magnitsky contra Moraes faz com que o juiz seja impedido de acessar bens nos EUA. Além disso, as regras proíbem que empresas dos EUA realizem transações financeiras ou comerciais com o ministro do STF.

Para os advogados, a aplicação da sanção "segue meses de advertências diplomáticas e responde diretamente a um padrão de conduta secreta e ilegal". "Nosso cliente saúda este passo decisivo do governo dos EUA em defesa da liberdade de expressão e do Estado de Direito."

"A Rumble, junto com a Trump Media, foi uma das primeiras a soar o alarme sobre os esforços de Moraes para silenciar o discurso americano, exigir dados privados de usuários dos EUA e retaliar contra plataformas que se recusaram a violar a lei dos EUA e tratados internacionais vinculativos", defendem os representantes.

O CEO da rede social, Chris Pavlovski, também comemorou a decisão por meio do seu X (antigo Twitter). "Finalmente temos um governo protegendo empresas americanas como a Rumble e a liberdade de expressão", escreveu. "É lamentável que um único homem chamado Alexandre de Moraes prejudique tanto a reputação do Brasil."

A Rumble, em conjunto com a Trump Media & Technology Group, ligada ao presidente americano Donald Trump, acionou judicialmente o ministro Alexandre de Moraes. As empresas acusam o magistrado de pedir ilegalmente a remoção de conteúdo em suas plataformas.

Em 14 de julho, no embate mais recente, a rede social negou a remoção do perfil de Rodrigo Constantino, blogueiro bolsanarista, na plataforma. Os advogados afirmaram que o perfil não incita a violência, "está inativo desde dezembro de 2023 e seu conteúdo é estritamente sobre música ou questões políticas".

Estadão
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