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PSD formaliza apoio à candidatura de Dilma Rousseff

Em seu discurso, a presidente defendeu lealdade partidária no lugar de “subordinação cega”

25 jun 2014
12h05
atualizado às 13h19
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Diante de uma vulnerabilidade da presidente Dilma Rousseff com sua base de apoio à candidatura a um novo mandato, o Partido Social Democrático (PSD) nesta quarta-feira formalizou, com 94,73% dos votos dos convencionais, adesão à chapa encabeçada pelo PT. O apoio ocorre diante de uma reviravolta entre aliados, que contou com a saída do PTB e também com pressão do PR para a demissão do ministro dos Transportes, César Borges.

Gilberto Kassab votou na convenção nacional do partido, que a provou apoio ao PT
Gilberto Kassab votou na convenção nacional do partido, que a provou apoio ao PT
Foto: Divulgação

“Assumir e cumprir compromissos é algo inegociável na política”, disse a presidente.  “Lealdade é uma das maiores virtudes da política. Não é subordinação cega, é respeito mútuo”. Dilma afirmou que a política não deve prescindir com a ética.

A exemplo de seu discurso na convenção do Pros, Dilma afirmou que seu projeto é o melhor, polarizando o discurso com a candidatura do tucano Aécio Neves. Ela previu uma campanha difícil, mas afirmou ataques durante a campanha são originários que candidaturas sem projeto de governo.

Ocorre em paralelo ainda a convenção nacional do Partido Progressista (PP), que também deve fechar adesão a Dilma. Juntos, os dois partidos garantem à propaganda eleitoral obrigatória da Dilma 2 minutos e 40 segundos. Por ter uma base de sustentação maior, a presidente terá espaço na televisão superior ao tempo somado de seus concorrentes.

Em convenção, Dilma já recebeu apoio do PMDB de Michel Temer, atual vice-presidente e candidato ao mesmo posto, além do Pros e do PDT. Em seus discursos de agradecimento, a tendência da presidente vem sendo a de partilhar com os aliados os feitos do governo.

 

Fonte: Terra

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