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Política

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Nikolas Ferreira, Lucas Pavanato e Van Hattem falam em golpe e questionam decisão de Zanin

25 out 2026 - 19h14
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Resumo
Nikolas Ferreira, Lucas Pavanato e Marcel Van Hattem criticaram a decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF, de prorrogar a votação até as 19h, classificando a medida como tentativa de golpe eleitoral que compromete a lisura do pleito. Os parlamentares acusaram Zanin de favorecer um dos lados da disputa, pediram intervenção do presidente do TSE, Nunes Marques, e prometeram protocolar pedidos de impeachment contra o ministro, apontando falta de competência e suposta suspeição em sua atuação.

Os deputados federais eleitos Lucas Pavanato (PL-SP) e Nikolas Ferreira (PL-MG) publicaram vídeos questionando a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de prorrogar o horário de votação até as 19h. Em postagens nas redes sociais, eles compararam a medida a uma tentativa de golpe eleitoral. O senador eleito Marcel Van Hattem (Novo-RS) também fez coro e pediu que o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, "enquadre" Zanin.

Pavanato afirmou que a decisão do ministro do STF compromete a lisura e a integridade do processo eleitoral. "Vamos ficar atentos e não vamos admitir qualquer tentativa de golpe", declarou o parlamentar.

Nikolas afirmou que a decisão foi tomada com o objetivo de "criar uma narrativa de golpe" em caso de eleição de Flávio. Para o parlamentar, a prorrogação só beneficiaria o lado que estaria perdendo e ele fez uma ameaça ao ministro do STF: "Mais um impeachment para o ano que vem", disse em postagem.

Van Hattem criticou a decisão de Zanin de ampliar em duas horas o período de votação. O parlamentar classificou a medida como um "golpe nas eleições" e cobrou que Nunes Marques "enquadre" seu colega no STF. Em outro post, Van Hattem também anunciou que protocolaria um pedido de impeachment contra Zanin, alegando falta de competência para a decisão e sua suposta suspeição em razão da atuação anterior do ministro como advogado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Estadão
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