Moro volta a Brasília e diz que não pretende se licenciar do Senado durante transição
Eleito governador do Paraná no primeiro turno com 50,10% dos votos, Sergio Moro (PL) anunciou que não vai se licenciar do Senado durante a transição. Ele retomará as atividades em Brasília nesta semana e manterá o mandato até a posse no governo estadual, marcada para 6 de janeiro de 2027. Com isso, seu primeiro suplente, Luis Felipe Cunha (União Brasil), assumirá a cadeira legislativa apenas após a renúncia definitiva de Moro, completando o período do mandato no Congresso, que vai até 2031.
Eleito governador do Paraná, Sergio Moro (PL) afirmou nesta segunda-feira, 5, que voltará a Brasília ainda nesta semana para dar continuidade ao mandato de senador e que não pretende se licenciar durante o período de transição para o governo estadual.
A declaração foi dada em entrevista à RPC um dia após a vitória no primeiro turno. Com a decisão de permanecer no exercício do mandato, o primeiro suplente, Luis Felipe Cunha (União Brasil), deverá assumir a cadeira apenas quando Moro deixar o Senado para assumir o governo paranaense, em janeiro de 2027.
Moro já consta entre os senadores inscritos para a sessão deliberativa do plenário prevista para esta terça-feira, 6, às 14 horas.
A posse dos governadores eleitos neste ano ocorrerá em 6 de janeiro de 2027. A nova data, estabelecida pela Emenda Constitucional nº 111, passa a valer a partir das eleições de 2026.
Moro foi eleito governador neste domingo, 4, com 50,10% dos votos válidos. Com a futura saída do parlamentar, Cunha ficará responsável por completar o mandato no Senado, que vai até 2031.
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