'Lula virou um produto vencido, uma mercadoria vencida', ataca Flávio Bolsonaro
Em agenda no Rio de Janeiro, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) atacou o governo federal, chamando Lula de "produto vencido" e acusando-o de endividar a população e aumentar a insegurança. Confiante na vitória em primeiro turno, ele afirmou liderar pesquisas internas e celebrou o Datafolha no Sudeste, onde tem 37% contra 35% do petista. Acompanhado de correligionários em evento da PM monitorado pelo TRE-RJ, Flávio desafiou Lula a ir às ruas como ele faz ao arrastar multidões.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) voltou a direcionar críticas ao governo federal durante agenda pública no Rio de Janeiro nesta sexta-feira, 25, Ao dizer que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria "endividado o povo brasileiro" e contribuído para um cenário de insegurança, ele defendeu que o Brasil e o Estado do Rio de Janeiro querem mudanças.
"Lula virou um produto vencido, uma mercadoria vencida; é um material fatigado, que ninguém aguenta mais. Todo mundo já sabe que ele não vai entregar o que promete. É um governo que endividou o povo brasileiro, está todo mundo com medo de andar na rua, e essas são, para mim, as principais razões de a gente já estar liderando as pesquisas", sustentou. "Vamos conduzir este País. Daqui a nove dias, vocês verão Flávio Bolsonaro, presidente da República, no primeiro turno", complementou.
Para Flávio, o retrato apontado por pesquisas internas da campanha indicando sua liderança na intenção de voto, se comprova nas ruas. "Manda o Lula andar aqui no meio da tropa, aqui no meio do povo, no meio da rua, como eu estou fazendo, arrastando multidões."
No Sudeste, o candidato do PL concentra 37% das intenções de voto no primeiro turno ante 35% da candidatura do PT, segundo pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira (23%).
Flávio falou com jornalistas depois de participar da cerimônia do curso de formação de praças da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. O candidato ao Planalto foi acompanhado por Douglas Ruas, candidato ao governo do Rio de Janeiro, e por Carlos Portinho e Carlos Jordy, candidatos ao Senado, ambos pelo PL. A presença dos candidatos foi monitorada por um fiscal do TRE-RJ.
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