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Política

Líder religioso é preso suspeito de estuprar adolescente no DF

Segundo a Polícia Civil, homem de 30 anos atraía vítimas com videogames e já teria abusado de outros adolescentes da mesma família

2 out 2025 - 14h07
(atualizado às 14h13)
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Resumo
A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu em Taguatinga um líder religioso de 30 anos acusado de abusar sexualmente de adolescentes. As investigações começaram após a mãe de uma vítima de 13 anos encontrar mensagens de teor sexual. O irmão mais velho também relatou ter sofrido abusos, e a polícia apura casos desde 2019. O suspeito foi indiciado por abuso sexual de vulnerável, tentativa de abuso sexual de vulnerável e satisfação de lascívia mediante presença de criança ou adolescente. Ele permanece preso à disposição da Justiça.
Polícia Civil do DF prende em Taguatinga líder religioso de 30 anos acusado de abuso sexual de adolescentes; investigação aponta crimes desde 2019.
Polícia Civil do DF prende em Taguatinga líder religioso de 30 anos acusado de abuso sexual de adolescentes; investigação aponta crimes desde 2019.
Foto: Divulgação PCDF

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu, nesta quarta-feira, 1º, em Taguatinga, um homem de 30 anos, líder religioso em uma igreja, acusado de estuprar um adolescente de 13 anos. Segundo a investigação da 15ª Delegacia de Ceilândia Centro, o suspeito atraía as vítimas para sua casa sob o pretexto de jogar videogame. A operação foi batizada como "Game Over". 

O caso veio à tona em julho, quando a mãe da vítima encontrou mensagens de teor sexual no celular do filho.

Durante a apuração, o irmão mais velho do adolescente, hoje com 20 anos, relatou que também sofreu abusos entre os 14 e 15 anos.

Ele afirmou ainda que o acusado tentou violentar um amigo, mas, diante da recusa, praticou atos libidinosos contra ele na frente do outro adolescente. 

A polícia apura crimes ocorridos desde 2019. O homem foi indiciado por abuso sexual de vulnerável, tentativa de abuso sexual de vulnerável e satisfação de lascívia mediante presença de criança ou adolescente.

Se condenado, pode cumprir até 29 anos de prisão. O acusado permanece preso, à disposição da Justiça.

Fonte: Portal Terra
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