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Política

Hugo Motta reúne líderes para definir prioridades da Câmara em ano eleitoral

Presidente da Casa discute pauta do primeiro semestre antes da retomada dos trabalhos; oposição deve pressionar por CPI do Banco Master e PT defende PEC do fim da escala 6x1

28 jan 2026 - 10h38
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Com o calendário legislativo pressionado pelo ano eleitoral, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), reúne nesta quarta-feira, 28, os líderes de bancada para alinhar a pauta prioritária da Casa no primeiro semestre. O encontro será na residência oficial da presidência da Câmara.

A reunião ocorre seis dias antes do retorno dos trabalhos legislativos, previsto para 2 de fevereiro.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, durante sessão no plenário; ele se reúne com líderes partidários para alinhar a pauta do primeiro semestre.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, durante sessão no plenário; ele se reúne com líderes partidários para alinhar a pauta do primeiro semestre.
Foto: Wilton Junior/Estadão / Estadão

Entre as prioridades apontadas por Motta estão temas ligados à segurança pública, como o projeto de lei conhecido como PL Antifacção, além da ratificação do acordo entre o Mercosul e a União Europeia.

A oposição deve concentrar suas demandas em um pacote de pautas. Além de pressionar pela instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Banco Master.

O grupo também deve pedir que Motta interceda ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para destravar pautas de interesse da oposição. Entre elas está a tentativa de derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto que trata da dosimetria das penas, medida que poderia reduzir as condenações impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a outros réus envolvidos na trama golpista.

Já o Partido dos Trabalhadores (PT) deve usar o encontro para defender o avanço da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1, além de outras propostas do governo, como a votação da medida provisória do Gás, que perde validade em 11 de fevereiro.

Estadão
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