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Política

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Haddad sobre disputa de Marina e França ao Senado: 'Gostaria que tivesse resolvido'

Pré-candidato do PT ao governo de São Paulo afirmou que decidirá vice até o início de junho

21 mai 2026 - 17h55
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OSASCO - O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) afirmou nesta quinta-feira, 21, que pretende definir até o início de junho a composição de sua chapa, incluindo o nome para vice-governador e os dois candidatos ao Senado.

Os nomes cotados são os ex-ministros do Empreendedorismo, Márcio França (PSB); do Planejamento, Simone Tebet (PSB); e do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede). Há, porém, um impasse entre França e Marina pela segunda vaga ao Senado, uma vez que a primeira deve ficar com Tebet.

"Gostaria que já estivesse resolvido, mas acredito que, até o fim do mês ou começo do mês que vem, a gente resolve", disse Haddad. "É importante acompanhar o desenrolar dos debates sobre os nomes no campo que representamos. Isso tudo deve amadurecer uma solução mais natural."

Fernando Haddad, pré-candidato do PT ao governo de São Paulo
Fernando Haddad, pré-candidato do PT ao governo de São Paulo
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil / Estadão

As declarações foram feitas após palestra na Escola Paulista de Política, Economia e Negócios (Eppen), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em Osasco (SP). O ex-ministro avaliou que os três são nomes muito competitivos. Mais cedo nesta quinta, 21, um levantamento da Paraná Pesquisas mostrou os ex-ministros na liderança da disputa.

"Nós vamos ter que nos reunir pra conversar sobre esse tema com muita maturidade, e não vejo dificuldade da gente chegar a uma boa solução", continuou Haddad. "Nós entendemos que talvez seja o caso de lançar dois nomes e não três do campo, lembrando que a Simone e o Márcio têm o apoio do PSB; a Marina, o apoio do PSOL, Rede, PDT."

O petista também reiterou que a ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Teresa Vendramini (PDT), a Teka, não deve ocupar a vaga de vice na chapa. Segundo Haddad, ela preferiu contribuir com a elaboração do plano de governo, que ele pretende apresentar até julho.

Estadão
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