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Ex-presidente da Alerj, Jorge Picciani morre aos 66 anos

Ex-deputado morreu em São Paulo, onde fazia o tratamento de um câncer na bexiga desde 2017

14 mai 2021 08h23
| atualizado às 08h39
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O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) Jorge Picciani morreu nesta sexta-feira, 14, aos 66 anos, informou o diretório estadual do MDB. Ele estava internado no hospital Vila Nova Star, da Rede D'Or, em São Paulo, onde fazia o tratamento de um câncer. Ele anunciou ter a doença em 2017. O hospital ainda não se manifestou.

Foto: Reprodução

A Alerj, em nota, avisou que foi informada oficialmente do falecimento no início da manhã pela família de Picciani. O presidente da Casa, André Ceciliano, ofereceu as instalações do Salão Getúlio Vargas para o velório, que deve acontecer no inicio da noite desta sexta-feira. A Casa irá decretar luto oficial de três dias.

Picciani foi um um dos principais líderes do MDB no Rio e teve problemas com a Justiça nos últimos anos. Em 2019, foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 2ª região, por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa a 21 anos de prisão em regime fechado. Também foi condenado ao pagamento de multa de R$ 11 milhões.

Ele tinha sido preso quando ainda estava na presidêcia da Assembleia, em 2017 na operação Cadeia Velha, desdobramento da Lava Jato. Atualmente, Picciani cumpria prisão domiciliar.

Picciani foi eleito deputado estadual pelo Rio pela primeira vez em 1990 e então foi eleito mais cinco vezes. Foi presidente da Alerj de 2003 a 2010 e de 2015 a 2017. Em 2010, tentou se eleger senador e não conseguiu.

Estadão
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