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Política

Embaixada americana no Brasil reforça defesa de Trump a Bolsonaro: 'perseguição política'

Declaração ocorre após o presidente americano voltar a defender Bolsonaro nesta terça-feira, 9, afirmando que o réu por golpe de Estado sofre 'caça às bruxas'

9 jul 2025 - 14h01
(atualizado às 14h16)
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A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil anunciou, nesta quarta-feira, 9, que reforça a declaração do presidente americano Donald Trump em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em nota, a embaixada americana disse que Bolsonaro e sua família têm sido "fortes parceiros" dos norte-americanos, e afirmou que a "perseguição política contra ele, sua família e seus apoiadores é vergonhosa e desrespeita as tradições democráticas do Brasil".

Nesta segunda-feira, 7, Trump pediu para que "deixem Bolsonaro em paz", e chamou os processos judiciais contra o ex-presidente brasileiro de "perseguição" e "caça às bruxas". No dia seguinte, também nas redes sociais, Trump voltou a defender Bolsonaro com os mesmos argumentos.

O ex-presidente é réu por golpe de Estado no Supremo Tribunal Federal (STF). Um dos filhos, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), está no país americano buscando formas de facilitar a vida do pai. Pela atuação, é investigado na Suprema Corte por agir contra autoridades brasileiras, desrespeitando a soberania nacional.

"Jair Bolsonaro e sua família têm sido fortes parceiros dos Estados Unidos. A perseguição política contra ele, sua família e seus apoiadores é vergonhosa e desrespeita as tradições democráticas do Brasil. Reforçamos a declaração do presidente Trump. Estamos acompanhando de perto a situação. Não comentamos sobre as próximas ações do Departamento de Estado em relação a casos específicos", diz a nota.

Após a primeira declaração de Trump, Eduardo comemorou nas redes sociais e afirmou que aquela "não seria a única vez nesta semana" que o governo dos Estado Unidos falaria sobre "o tema da perseguição no Brasil".

Ainda na segunda, a Justiça da Flórida mandou notificar o ministro Alexandre de Moraes, do STF, a pedido da Trump Media & Technology Group, ligada ao presidente americano, e da plataforma de vídeos Rumble. Na ação movida pelas empresas, o ministro é acusado de promover "censura" nas redes sociais no Brasil.

Estadão
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