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Política

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Em debate, Marina defende regras mais rígidas de transparência para emendas parlamentares

23 set 2026 - 22h04
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Resumo
Em debate com candidatos ao Senado por SP, Marina Silva criticou as emendas impositivas, afirmando que subtraem até R$ 50 bilhões do orçamento sem transparência, favorecem a corrupção e usurpam funções do Executivo, defendendo uma reforma política e regras rígidas. Já Soninha Francine posicionou-se a favor do mecanismo, argumentando que as emendas permitem direcionar verbas a demandas locais invisíveis ao Executivo, embora também tenha cobrado transparência e cumprimento das normas.

A candidata da Rede ao Senado de São Paulo, Marina Silva, defendeu regras mais rígidas de transparência para emendas parlamentares. Segundo ela, da forma como estão hoje, de maneira impositiva, elas representam "uma usurpação das competências do Poder Executivo".

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Ela participa nesta quarta-feira, 23, de debate do Estadão com a Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) com mais seis candidatos ao Senado: André do Prado (PL), Geraldo Rufino (Podemos), Guilherme Derrite (PP), Ricardo Salles (Novo), Simone Tebet (PSB) e Soninha Francine (Cidadania).

"Cerca de R$ 40 bilhões a R$ 50 bilhões estão sendo subtraídos do orçamento público sem transparência, utilizado por parlamentares inescrupulosos que usam esse dinheiro para se perpetuar no poder, quando não são evidentes os casos de corrupção", disse. Ela defendeu que "é preciso também uma reforma política para que se dê um basta nesse tipo de usurpação das competências do Poder Executivo".

Sobre o mesmo assunto, Soninha Francine afirmou que é a favor das emendas parlamentares, mas defendeu a transparência e o cumprimento das regras.

"Eu sou a favor de emendas parlamentares. Quando eu era vereadora, eu conseguia destinar pequenas frações do grande orçamento da cidade de São Paulo para projetos específicos, para ações bem direcionadas, coisas que o Executivo como um todo não é capaz de enxergar", disse.

Estadão
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