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Política

Eduardo Bolsonaro insiste em discussão de pena de morte

"Eu acredito que é um assunto para o Congresso Nacional. Se for debatido, vai ser no âmbito do Congresso", disse o parlamentar.

18 dez 2018 - 15h39
(atualizado às 15h56)
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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), um dos filhos do presidente eleito, Jair Bolsonaro, voltou a falar de pena de morte e afirmou que o assunto cabe ao Congresso Nacional. Na semana passada, ele chegou a defender a proposta para crimes hediondos. Na sequência, o futuro presidente disse que não pretende propor pena de morte em seu governo e que o assunto estava "encerrado".

Nesta terça-feira, 18, porém, Eduardo Bolsonaro não descartou a possibilidade de debater o tema no Congresso. "Eu acredito que é um assunto para o Congresso Nacional. Se for debatido, vai ser no âmbito do Congresso", disse o parlamentar ao Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

a foto o deputado Eduardo Bolsonaro durante a cerimônia de diplomação realizada pelo Tribunal Regional Eleitora. A sessão solene ocorreu na Sala São Paulo localizada na região Central da Capital.
a foto o deputado Eduardo Bolsonaro durante a cerimônia de diplomação realizada pelo Tribunal Regional Eleitora. A sessão solene ocorreu na Sala São Paulo localizada na região Central da Capital.
Foto: ALES VALQUER/FRAMEPHOTO / Estadão

Eduardo minimizou a diferença nas declarações dele e do pai. O deputado afirmou que, na semana anterior, em entrevista ao jornal O Globo, também citou que o tema estava consagrado em cláusula pétrea da Constituição e que a reportagem deu a entender que ele tinha uma opinião diferente da que afirmou o pai.

Nesta terça-feira, ele ponderou que há diferentes interpretações sobre a possibilidade de mudar ou não o entendimento da Constituição sobre a pena de morte. Mais tarde, em entrevista a jornalistas, negou que tenha havido confusão nas declarações dele e do presidente eleito.

"Não houve desacordo nenhum. Quando eu dei a entrevista eu falei do artigo quinto, da cláusula pétrea. Só saiu a parte dando a entender que eu sou favorável e meu pai é contrário. Não tem nada disso, não. Está tudo certo, lá em casa continuamos fazendo churrasco da mesma maneira."

Estadão
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