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Política

Carol De Toni agradece apoio de Michelle após confirmação como candidata do PL ao Senado por SC

26 fev 2026 - 16h39
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A deputada federal Caroline de Toni (PL-SC) agradeceu à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pelo apoio à sua candidatura ao Senado por Santa Catarina. Pré-candidato à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmou nesta quarta-feira, 25, que a parlamentar integrará a chapa do partido no Estado.

Caroline fez o agradecimento ao republicar um story (publicação que some em 24h) de Michelle no Instagram. A publicação contém duas fotos: em uma, a deputada aparece ao lado da ex-primeira-dama; na outra, está com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante uma manifestação. "Você foi peça fundamental para o dia de hoje (quarta-feira, 25). Muito obrigada pela amizade, apoio e carinho de sempre. Conte sempre comigo", escreveu.

Na postagem original, Michelle reafirmou apoio à deputada. A ex-primeira-dama vinha defendendo o nome de De Toni para a disputa ao Senado em meio a um impasse interno no Partido Liberal (PL).

A controvérsia envolvia o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-SC), filho e indicação do ex-presidente à vaga, que decidiu transferir seu domicílio eleitoral para Santa Catarina e anunciou que também pretendia disputar o cargo.

Os presidentes do PL e do PP, Valdemar Costa Neto e Ciro Nogueira, haviam definido inicialmente os nomes de Caroline de Toni e do senador Esperidião Amin (PP-SC) para disputa das vagas. Com a entrada de Carlos na disputa e o risco de perder espaço, Caroline chegou a cogitar deixar o partido, temendo ser deixada de lado, mas recebeu apoio público da ex-primeira-dama.

Amin confirmou que seguirá na disputa, mesmo sem o apoio do PL. Os bolsonaristas ainda não detalharam como ficará a relação com ele, agora fora da aliança. A decisão rompe o acordo entre o PL e a federação União-PP, que previa o apoio cruzado às candidaturas ao Senado em Santa Catarina.

Valdemar defendia uma solução que mantivesse Amin na composição, mas a pressão do bolsonarismo pela candidatura de Carlos, somada ao crescimento de De Toni nas pesquisas, tornou inviável ao partido abrir mão da deputada.

Estadão
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