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Política

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Cármen Lúcia vai presidir subcomissão internacional de cooperação em democracia e constitucionalismo

Ministra do Supremo Tribunal Federal é a primeira não europeia a assumir o cargo

9 out 2026 - 16h54
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Resumo
A ministra do STF Cármen Lúcia foi eleita por unanimidade para presidir a Subcomissão para a América Latina da Comissão de Veneza, órgão consultivo do Conselho da Europa, tornando-se a primeira pessoa não europeia a assumir o posto. O grupo atua na cooperação institucional, no intercâmbio sobre direito constitucional e democracia, além de aproximar as cortes latinas e europeias com apoio técnico e estudos sobre reformas e direitos fundamentais. A magistrada já atuava no órgão desde março.

Nesta sexta-feira, 9, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, foi eleita para presidir a Subcomissão para a América Latina da Comissão de Veneza, órgão consultivo constitucional do Conselho da Europa. Ela se torna a primeira pessoa não europeia a ocupar o cargo.

A escolha ocorreu de forma unânime durante a sessão plenária da comissão e contou com a participação de representantes de países latinos e europeus. Cármen Lúcia tem outro cargo na comissão, exercendo desde março deste ano a vice-presidência da Subcomissão de Direitos Fundamentais. O Brasil é membro da Comissão desde 2009.

Na última quinta, 8, a ministra já participava de agenda institucional em Veneza, na Itália, o que incluiu reuniões das subcomissões de Direitos Fundamentais e de Instituições Democráticas.

Ministra do STF, Cármen Lúcia assume presidência de subcomissão de órgão internacional de direito constitucional.
Ministra do STF, Cármen Lúcia assume presidência de subcomissão de órgão internacional de direito constitucional.
Foto: Isabella Finholdt/Estadão / Estadão

A Subcomissão para a América Latina visa a cooperação institucional, por meio de intercâmbio de experiências e práticas do direito constitucional relacionadas à democracia, entre os países latinos e a Comissão de Veneza.

Os membros da comissão colaboram para a ampliação das relações entre as instituições de justiça europeias e latino-americanas. Além de prestar apoio técnico a cortes, elaborar estudos sobre reformas constitucionais e direitos fundamentais.

Estadão
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