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Política

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Caiado critica decisão de Toffoli contra Renan Santos

1 set 2026 - 12h34
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Resumo
O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) criticou a decisão do ministro Dias Toffoli (TSE) que suspendeu a propaganda de Renan Santos (Missão), classificando a medida como excessiva e voltando a questionar decisões monocráticas do Judiciário. Na mesma ocasião, Caiado defendeu suas propostas de governo: a criação de um teto de gastos de 50% do PIB via emenda constitucional para o ajuste fiscal e o compromisso de tratar a saúde como prioridade, sem qualquer contingenciamento de recursos.

O candidato do PSD à Presidência, Ronaldo Caiado, criticou nesta terça-feira, 1, a decisão do ministro Dias Toffoli, no âmbito do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que suspendeu propaganda eleitoral digital do seu adversário Renan Santos (Missão). Em coletiva de imprensa nesta terça, Caiado disse que a "dose foi demais".

"Eu acredito, eu falei com ele ontem também, publiquei na minha rede, que ele recuperará a posição de candidatura. Isso é apenas um detalhe que poderá ter amanhã uma multa ou uma reprimenda, mas jamais a cassação da candidatura, aí a dose foi demais", disse. Para ele, não há motivo para o cancelamento de uma candidatura, por causa de uma "falha na apresentação de documentos".

Mais uma vez, Caiado aproveitou a ocasião para criticar decisões monocráticas dos tribunais superiores.

Ajuste fiscal

Caiado voltou a afirmar que, caso seja eleito, vai realizar um ajuste fiscal por meio de emenda constitucional e com um limite de 50% do PIB.

O candidato afirmou que o ajuste fiscal "será por uma emenda à Constituição brasileira, onde o limite será cinquenta por cento do PIB. Ou seja, esse é o teto de gastos que nós teremos a partir do momento em que eu assumir", disse. O candidato defende que seja resguardado metade do crescimento como reserva para atender urgências.

Saúde

Caiado afirmou que a Saúde é prioritária e disse que "não haverá da minha parte a maior possibilidade de contingenciamento, diferente do que está acontecendo hoje", disse, ao realizar uma visita ao Hospital Santa Casa da Misericórdia de São Paulo.

Estadão
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