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Alckmin quer R$ 3,5 bi da União para obras de mobilidade

25 jun 2013
12h20
atualizado às 12h41
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O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou na manhã desta terça-feira, no Palácio dos Bandeirantes, que vai solicitar da União cerca de R$ 3,5 bilhões em financiamento, dentro do pacto pela mobilidade urbana, anunciado na segunda-feira pela presidente Dilma Rousseff. De acordo com o governador, há três projetos prontos no Estado que poderiam receber os recursos.

O primeiro, estimado em R$ 380 milhões, seria aplicado em um corredor de 24,5 quilômetros, ligando as cidades de Nova Odessa, Americana e Santa Bárbara D'Oeste, na região de Campinas.

O segundo projeto, orçado em R$ 1,2 bilhão, consiste na reforma e melhorias de acessibilidade em 30 estações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos.

A terceira é a ampliação da Linha Lilás do Metrô entre o Capão Redondo e o Jardim Angela, no extremo sul da capital paulista. O trecho, de 3,7 quilômetros, está orçado em R$ 2 bilhões. "Porém, se o governo federal entrar com metade, já é um bom valor", disse Alckmin.

O governador anunciou ainda a redução dos valores dos ônibus intermunicipais que operam na Grande São Paulo e na Baixada Santista, a partir de 1º de julho. Com tarifas diferentes, a queda nos preços será entre R$ 0,10 e R$ 0,20. "A redução média será de R$ 0,15. São 40 tarifas diferentes", afirmou o governador.

<a data-cke-saved-href="http://noticias.terra.com.br/infograficos/pactos-dilma/iframe.htm" href="http://noticias.terra.com.br/infograficos/pactos-dilma/iframe.htm">veja o infográfico</a>

Reforma política
Alckmin fez uma avaliação positiva do encontro com a presidente Dilma Rousseff (PT), ocorrida na tarde de ontem. Sobre a reforma política proposta pela presidente, ele disse que é preciso estudá-la com atenção.

"Nós temos defendido a reforma. (Esta) é uma crise política, de representação, é uma falência do modelo nosso, político", disse. Duas medidas poderiam ser tomadas rapidamente, segundo ele. "Primeiro, não deixar partidos serem legendas de aluguel. Segundo, a adoção do voto distrital. Quero louvar a questão da reforma política. Não é possível manter esse modelo", afirmou.

Saúde
O governador de São Paulo afirmou que a principal preocupação na área da saúde é corrigir a tabela do Sistema Único de Sáude. "Governadores e prefeitos colocaram de forma unânime: nosso problema não é só de investimento, é custeio. Não é fazer prédio. Prioridade hoje é corrigir tabela do SUS", disse Alckmin.

Homicídios
O governador comemorou a queda no número de homicídios ocorrida no mês de maio. Entre abril e maio o número caiu de 363 para 328. "Saímos de 529 em novembro do ano passado para o número mais baixo nos últimos 12 anos. É o terceiro menor número de todos os meses nestes 12 anos".

Habitação
Pela manhã, em uma reunião com o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto e com o Terra Livre, ficou ajustado que as famílias que recebem o Bolsa-Aluguel de R$ 300 passarão a receber R$ 400 mensais. "São famílias que, em breve, serão incorporadas nos projetos de moradia. Até lá, terão esse reajuste", disse.

Fonte: Terra
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