Script = https://s1.trrsf.com/update-1765905308/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Polícia

SP policiais são acusados de dar suporte para bandidos em Marília

1 fev 2012 - 13h17
(atualizado às 13h20)
Compartilhar
Wagner Carvalho
Direto de Bauru

O Ministério Publico (MP) de Marília, distante 444 km de São Paulo, denunciou dois policiais, um militar e outro civil, por darem suporte logístico para uma das quadrilhas que disputam o comando do tráfico de drogas na cidade.

O investigador Aurísio Viera de Melo Júnior e o policial militar Rubens Rogério de Oliveira são acusados de repassar informações para a gangue de Alex Amarildo de Oliveira, 27 anos, o Rico, que disputa o comando do tráfico com a gangue de Edson Santos Silva, 26 anos, o Dinho.

O processo que seguia em segredo de Justiça foi redistribuído e sua consulta tornou-se pública. As acusações são feitas pelo promotor Gilson César Augusto da Silva e a peça acusatória foi encaminhada na última segunda-feira ao juiz José Roberto Nogueira do Nascimento.

O juiz pediu o desmembramento do processo e solicitou que os integrantes de cada quadrilha sejam julgados separadamente, além da prisão preventiva de 13 dos 31 acusados. Os policiais devem responder ao processo em liberdade.

Um relatório com mais de 40 páginas expõe conversas telefônicas entre os acusados por quase dois meses. De acordo com o MP, o investigador mantinha contato com um dos integrantes da gangue de Rico, identificado como Arilson José Dessia, que era uma espécie de elo entre o investigador o chefe da gangue.

O investigador é acusado de ter colaborado para que uma ação deflagrada em novembro de 2011 pela Polícia Civil tivesse um resultado pífio. Já o policial militar informava a localização de viaturas e as possíveis investidas na intenção de capturar o traficante, realizadas pela PM.

Nas conversas gravadas, de acordo com o MP, os dois policiais deixam transparecer o apoio a uma das quadrilhas que atuam na cidade e que estavam dispostos a combater apenas a quadrilha rival. Os dois policiais foram denunciados por formação de quadrilha e podem pegar até seis de prisão, além de serem expulsos da corporação.

Aurísio ainda continua a exercer sua função no Núcleo Especial Criminal (Necrim), já o policial militar foi recolhido ao quartel e passou a exercer funções administrativas.

Fonte: Especial Especial 
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra