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Márcio Canella, 2º deputado estadual mais votado do RJ, é preso pela PF, diz TV

Ex-prefeito de Belford Roxo foi alvo da oitava fase da Operação Unha e Carne

15 out 2026 - 08h01
(atualizado às 08h08)
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Márcio Canella (União Brasil)
Márcio Canella (União Brasil)
Foto: Rafael Wallace / Alerj

O deputado estadual Márcio Canella (União Brasil), e ex-prefeito de Belford Roxo (RJ), foi preso na manhã desta quinta-feira, 15, na oitava fase da Operação Unha e Carne, realizada pela Polícia Federal (PF). O delegado Marcus Amim, ex-secretário estadual de Polícia Civil, também foi preso. As informações foram divulgadas pela GloboNews.

As prisões foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e são um desdobramento da 6ª etapa da Unha e Carne, realizada em julho.

Na época, Canella e Amim foram alvos de buscas em uma investigação sobre uma rede de postos de combustíveis no Rio de Janeiro que movimentou, em seis anos, R$ 7,6 bilhões em um suposto esquema de lavagem e dinheiro, com anuência de políticos.

Canella foi preso em 7 de julho após a polícia encontrar um fuzil em seu carro. O caso levou à sétima fase da Operação Unha e Carne, da PF, realizada em setembro, quando o vereador do Rio de Janeiro Jorge Canella (União) foi preso por posse irregular de armas de fogo de uso restrito.

Mandados de prisão

Segundo a GloboNews, agentes cumprem seis mandados de prisão e 16 de busca e apreensão no Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, Niterói, São Gonçalo, Petrópolis, Angra dos Reis e Armação dos Búzios. Canella foi preso em casa, em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca. Veja os nomes dos outros presos nesta manhã:

  • Christiano Gaspar Fernandes
  • Giovanni Gaspar Fernandes
  • José Carlos Alves de Souza Júnior
  • Márcio Correia de Oliveira, o Márcio Canella
  • Marcus Vinicius Amim Fernandes
  • Pablo Jukia Felix Ferreira, o Pablo Russo, inspetor da Polícia Civil

O ministro Alexandre de Moraes também determinou o sequestro de bens e valores e a suspensão da atividade econômica de 112 empresas investigadas no esquema, sendo a maioria postos de combustíveis.

Fonte: Portal Terra
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