Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Polícia

Jungmann classifica como 'desastre' preso solto por engano

Leomar Oliveira Barbosa foi libertado de presídio em Goiás após erro da administração. Ministro diz que ocorrido é 'criminoso'

13 jul 2018 - 20h19
(atualizado às 20h38)
Compartilhar
Exibir comentários

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, classificou de "desastre" e "equívoco criminoso", nesta sexta-feira (13) a libertação, por engano, de Leomar Oliveira Barbosa, ex-braço direito do traficante Fernandinho Beira-Mar. Barbosa estava em uma penitenciária em Formosa (GO), mas foi solto no último dia 4 de julho.

Presídio Estadual de Formosa
Presídio Estadual de Formosa
Foto: DGAP (Diretoria Geral de Administração Penitenciária) / Divulgação

"Eu acho um desastre (a soltura). Se isso, tendo ocorrido, é um equívoco, no meu ponto de vista, criminoso. E tem que se identificar quem sãos os responsáveis e puni-los, porque é inaceitável você prender, e ter uma grande dificuldade para prender, nunca é fácil, um bandido como esse, e ele ser solto por um equívoco. É difícil até de acreditar. Mas de todo jeito tem que ser averiguado e punir os responsáveis", afirmou Jungmann em coletiva de imprensa.

Leomar teria sido libertado pela administração do presídio após receber um alvará de soltura com relação a uma de suas condenações na Justiça. Ele é condenado, no entanto, em outros processos e não poderia ter saído da cadeia. Com o engano, o homem passou a ser considerado foragido da Justiça.

Em 2011, o ex-braço direito de Beira-Mar foi um dos alvos da Operação Casa Nova III, da Polícia Federal, por chefiar uma quadrilha de tráfico de drogas. A investigação apontou, na época, que o grupo comprava cocaína na Bolívia com traficantes daquele país e, depois, trazia o entorpecente ao Brasil em aeronaves de pequeno porte.

A estrutura da quadrilha era hierarquizada, sendo que cada integrante cumpria um papel específico. Todos se reportavam a Leomar, que centralizava as informações e coordenava a atuação dos demais membros. As ordens eram passadas por meio de ligações telefônicas e por recados transmitidos a pessoas que visitavam Leomar, quando este estava na Penitenciária Odenir Guimarães, em Aparecida de Goiânia (GO).

Estadão
Compartilhar

Comentários

As opiniões expressas nos comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do Terra.

Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra