Os MCs Ryan SP e Poze do Rodo foram presos pela Polícia Federal em uma ação contra um esquema de lavagem de dinheiro que já teria movimentado mais de R$ 1,6 bilhão. Durante o cumprimento das medidas, já foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos, além de itens de luxo.
A Operação Narco Fluxo, deflagrada nesta quarta-feira, 15, tem como objetivo desarticular uma associação criminosa que atua na movimentação ilícita de valores, inclusive por meio de criptoativos, no Brasil e no exterior.
MC Ryan SP e Poze do Rodo são presos em operação da PF sobre esquema de R$ 1,6 bi de lavagem de dinheiro; mais de 80 mandados contra organização criminosa são cumpridos nesta quarta
Foto: Divulgação/Polícia Federal
MC Ryan SP e Poze do Rodo são presos em operação da PF sobre esquema de R$ 1,6 bi de lavagem de dinheiro; mais de 80 mandados contra organização criminosa são cumpridos nesta quarta
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Ryan foi capturado em uma festa no bairro de luxo da Riviera de São Lourenço, em Bertioga (SP). Já Poze foi encontrado no Recreio, no Rio de Janeiro. As informações são da TV Globo.
A ação contou com o apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo, e acontece após desdobramentos de investigações anteriores, que identificaram a atuação do grupo em esquemas de lavagem de capitais.
MC Ryan SP e Poze do Rodo são presos em operação da PF sobre esquema de R$ 1,6 bi de lavagem de dinheiro
Foto: Reprodução/imcryansp/Instagram
A PF aponta que os envolvidos utilizavam um sistema para ocultação e dissimulação de valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos. O volume financeiro movimentado pelo grupo ultrapassa R$ 1,6 bilhão.
Além das prisões dos MCs, há outros mandados sendo cumpridos nesta manhã. No total, mais de 200 policiais federais cumprem 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária, expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos (SP). Os endereços estão localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.
Ainda foram determinadas medidas como o sequestro de bens e a imposição de restrições societárias, para interromper atividades ilícitas e preservar ativos para um possível ressarcimento de vítimas.
Segundo a PF, os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. As investigações continuam.
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