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Ministra nega pedido que obrigava Lira a avaliar impeachment

Cármen Lúcia justificou que a solicitação não atendeu a requisitos técnicos para ser analisada

21 jul 2021 17h38
| atualizado às 17h49
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Ministra Cármen Lúcia no STF
REUTERS/Ueslei Marcelino
Ministra Cármen Lúcia no STF REUTERS/Ueslei Marcelino
Foto: Reuters

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia rejeitou nesta quarta-feira, 21, um mandado de segurança movido por petistas que buscava obrigar o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), a analisar um pedido de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro.

Na decisão, Cármen Lúcia disse que o pedido não atendeu a requisitos técnicos para ser analisado.

Ainda assim, a ministra considerou que não havia qualquer omissão do presidente da Câmara que precisava ser apreciada pelo Poder Judiciário.

Em outras ocasiões, o STF também entendeu não ser necessário obrigar Lira a apreciar os mais de 100 pedidos de impeachment de Bolsonaro. Essa é uma prerrogativa exclusiva do presidente da Câmara.

Lira foi eleito para o comando da Câmara no início do ano contando com apoio explícito de Bolsonaro.

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