Gripen - Segundo a fabricante, o Gripen NG é o caça mais ágil do mundo em combate de perto
Foto: Saab / Divulgação
Gripen - Caça sueco tem 14,1 metros de comprimento
Foto: Saab / Divulgação
Gripen - De acordo com a fabricante, o custo da hora de voo da aeronave é menor a US$ 4 mil
Foto: Saab / Divulgação
Gripen - A envergadura da asa (incluindo os lançadores) é de 8,6 metros, de acordo com a fabricante
Foto: Saab / Divulgação
Gripen - Caça possui radar ES 05 Raven, desenvolvido pela Selex-Galileo com a Saab e a indústria brasileira
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Gripen - Aeronave tem capacidade máxima de 7 toneladas de combustível
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Gripen - Fabricante garante que caça apresenta os menores custos operacionais e de logística entre todos os caças atualmente em serviço
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Gripen - Aeronave apresenta um avançado layout 100% digital, com grandes e coloridos displays
Foto: Saab / Divulgação
Gripen - Caça possui, segundo a fabricante, 120 mil horas de voo acumuladas nas Forças Aéreas da Suécia, República Tcheca, Hungria e África do Sul, assim como na Escola de Pilotos de Teste do Reino Unido
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Gripen - Distância de pouso da aeronave é menor a 500 metros
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Gripen - A versão biposto retém toda a capacidade operacional da versão monoposto
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Gripen - O Programa do Gripen NG conta com o apoio total do governo sueco
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Gripen - O motor General Electric F414G do Gripen NG é um turbojato modular
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Gripen - Motor do caça apresenta uma baixa razão de diluição e eficiência no consumo de combustível
Foto: Saab / Divulgação
Gripen - Com uma taxa de empuxo superior a 22 mil lb (98 kN), o F414G gera 20% mais empuxo que o atual Volvo Aero RM12 do Gripen
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Gripen - Empuxo superior viabiliza velocidade de super-cruise equivalente a Mach 1.1, com armas ar-ar
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Gripen - Integrando o único radar AESA de 2a geração do mundo, o ES 05 Raven, o Gripen NG garante sua vantagem em termos de noção situacional, diz a Saab
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Gripen - O radar ES 05 Raven, desenvolvido pela Selex-Galileo com a Saab e a indústria brasileira, é o único radar de combate do mercado munido de uma placa oscilante (swash plate) móvel
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Gripen - O novo radar traz melhorias em todos os aspectos quando comparado com os radares existentes, afirma a fabricante
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Gripen - Segundo a fabricante, caça tem melhor rastreamento de alvo
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Gripen - Segundo a fabricante, caça tem amplo campo visual
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Gripen - Segundo a fabricante, caça tem flexibilidade de modos
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Gripen - Segundo a fabricante, caça tem maior alcance de detecção
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Gripen - Segundo a fabricante, caça tem melhores dados eletrônicos de suporte
Foto: Saab / Divulgação
Gripen - Segundo a fabricante, caça tem maior disponibilidade operacional e menores custos de ciclo de vida
Foto: Saab / Divulgação
Gripen - Tempo de imobilização no solo é menor a 10 minutos, garante a fabricante
Foto: Saab / Divulgação
Gripen - O Gripen NG é descrito pela fabricante como um caça multiemprego
Foto: Saab / Divulgação
Gripen - A capacidade NCW do Brasil será significativamente aprimorada, operando-se o Gripen NG em combinação com o sistema E-99 ERIEYE da Embraer, diz a Saab
Foto: Saab / Divulgação
Gripen - Substituição de motor é menor do que uma hora, diz fabricante
Foto: Saab / Divulgação
Gripen - Aeronave possui mais de 22 mil libras de empuxo, garante a Saab
Foto: Saab / Divulgação
Rafale - De fabricação francesa, o caça Rafale é feito pela Dassault
Foto: Dassault / Divulgação
Rafale - Segundo a fabricante, caça francês tem 5, metros de altura
Foto: Dassault / Divulgação
Rafale - Espaço necessário para aterrisagem do Rafale é de 450 metros, de acordo com a Dassault
Foto: Dassault / Divulgação
Rafale - Segundo a fabricante, caça francês tem 15, 3 metros de comprimento
Foto: Dassault / Divulgação
Rafale - Segundo a fabricante, caça francês tem 10,0 metros de envergadura
Foto: Dassault / Divulgação
Super Hornet - Caça possui 11 estações de arma
Foto: Marinha dos Estados Unidos / Divulgação
Super Hornet - O primeiro esquadrão operacional do F/A-18E/F foi criado em junho de 2001
Foto: Marinha dos Estados Unidos / Divulgação
Super Hornet - Segundo a fabricante, sistema de controle de voo digital do caça é capaz de detectar danos ao sistema de controle, ou a perda total do controle de um voo e ainda permite uma recuperação segura
Foto: Marinha dos Estados Unidos / Divulgação
Super Hornet - Os dois motores do caça produzem juntos 44.000 libras de impulsão
Foto: Marinha dos Estados Unidos / Divulgação
Super Hornet - A aeronave F/A-18E/F Super Hornet é construída pela Boeing
Foto: Marinha dos Estados Unidos / Divulgação
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O ministro da Defesa da França, Jean-Yves Le Drian, minimizou mais um fracasso nas vendas do caça francês Rafale, dessa vez no Brasil, dizendo estar confiante de que em breve terá boas notícias sobre licitações na Índia e em países do Golfo Pérsico.
Fabricado pela Dassault Aviation, o jato multiemprego Rafale ainda não conseguiu emplacar um comprador estrangeiro, apesar de ser considerado um dos mais eficientes e sofisticados caças do mundo, mas também um dos mais caros.
Caça Rafaela, da empresa Dassault, em voo demonstrativo durante a abertura do 50º Air Show de Paris. O ministro da Defesa da França, Jean-Yves Le Drian, minimizou mais um fracasso nas vendas do caça francês Rafale, dessa vez no Brasil, dizendo estar confiante de que em breve terá boas notícias sobre licitações na Índia e em países do Golfo Pérsico. 17/06/2013.
Foto: Pascal Rossignol / Reuters
As ações da companhia caíram em torno de 4 % nesta quinta-feira após o anuncio do governo brasileiro da decisão de comprar 36 caças Gripen NG, da empresa sueca Saab, com investimento previsto de 4,5 bilhões de dólares até 2023, dando fim a um processo de concorrência que se arrastava há mais de uma década.
A França esteve perto de fechar o acordo com o Brasil em 2011, com a Dassault apostando na promessa de transferir a tecnologia do novo caça para superar a concorrência, mas à época o governo brasileiro anunciou o adiamento da decisão devido à escalada da crise econômica.
"Isso não é um fracasso. É uma decepção em um objetivo que não era prioridade", disse Jean-Yves Le Drian à rádio Europe 1, minimizando a derrota. "O Brasil não era um objetivo prioritário para o Rafale. Temos objetivos mais importantes na Índia e no Golfo (Estados Árabes)."
O presidente francês, François Hollande, esteve no Brasil em 12 de dezembro com a meta de impulsionar o negócio. Hoje, ele defendeu o Rafale e minimizou a escolha feita pelo Brasil pelos caças suecos. "Eu esperava (...) Defendo este avião e temos que vendê-lo. Mas o Brasil tinha dificuldades financeiras e queria um avião mais barato", disse Hollande em Bruxelas, onde participa na reunião de cúpula de chefes de Estado e de Governo da União Europeia.
O jornal sueco Aftonbladet deu grande destaque em seu site ao anúncio do governo brasileiro pela escolha do Saab Gripen NG. "O Brasil reagiu com repugnância contra a espionagem da NSA e comprou 36 JAS (sigla dos caças Gripen)", diz o site
Foto: Aftonbladet / Reprodução
Em sua matéria principal sobre o assunto, o Aftonbladet diz que o escândalo de espionagem dos Estados Unidos foi determinante para a escolha brasileira. "Snowden abriu caminho para a compra do Gripen", diz o título da notícia
Foto: Aftonbladet / Reprodução
O site da rede de TV sueca SVT destacou trechos do discurso do ministro Celso Amorim ao anunciar a "encomenda bilionária": "Melhor tecnologia pelo melhor preço"
Foto: SVT / Reprodução
Em sua versão online, o jornal Dagens Nyheter disse que questões políticas e econômicas influíram na escolha brasileira: "EUA foram derrotados após denúncias de espionagem, e a França por causa dos altos custos de manutenção"
Foto: Dagens Nyheter / Reprodução
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Países interessasados
A Dassault está envolvida há mais de um ano em negociações exclusivas com o governo indiano para a venda de 126 aviões. Um oficial da Força Aérea da Índia disse no fim de outubro esperar concluir o negócio até março de 2014.
"A escolha do Brasil é lógica", disse um trader baseado em Paris. "Foi uma escolha econômica pelo avião sueco."
Veja vídeo de divulgação do caça sueco escolhido pelo Brasil:
"A França precisa entender que o Rafale é muito caro e que a qualidade do equipamento não é levada em consideração no atual processo decisório. Com esse fracasso, o contrato na Índia se torna crucial para a Dassault."
No Brasil, o caça Gripen NG, da Saab, era finalista na disputa com o Rafale e o F-18 Super Hornet, da norte-americana Boeing. A disputa foi marcada por muitas idas e vindas, com cada uma das proponentes aparecendo como favorita em diferentes momentos da licitação.