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'Defender Moraes é defender o Brasil', diz líder do PT após sanção a Moraes

Para Lindbergh, aplicar a Lei Magnitsky contra Moraes é 'gravíssimo, vergonho e inaceitável'

30 jul 2025 - 14h42
(atualizado às 17h49)
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Resumo
O líder do PT, Lindbergh Farias, classificou como grave e inaceitável a sanção dos EUA contra Alexandre de Moraes, considerando-a um ataque político à soberania brasileira e à independência do Judiciário.
‘O Brasil não se curvará’, diz líder do PT na Câmara ao se solidarizar com Moraes por sanção de Trump:

A decisão dos Estados Unidos de sancionar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, nesta quarta-feira, 30, provocou reação do líder do PT na Câmara, deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ). Ele classificou a medida como “gravíssima, vergonhosa e inaceitável”.

Para Lindbergh, a aplicação da Lei Global Magnitsky — que prevê sanções contra autoridades estrangeiras acusadas de corrupção ou violações de direitos humanos — tem motivações políticas e representa um ataque direto à independência do Judiciário brasileiro e à soberania nacional.

Governo Trump aplica Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes; entenda as consequências:

"Defender o ministro Alexandre de Moraes é defender o Brasil, a independência do Poder Judiciário, a democracia e a soberania nacional contra a tentativa de nos submeter como colônia. Não se trata de ataque a uma pessoa, mas ao nosso país! Prestamos nossa total solidariedade."

Lindbergh também comentou que a decisão dos EUA seria resultado de articulações da extrema direita internacional, em aliança com o que chamou de "traidores da pátria" no Brasil. Para ele, haveria um movimento coordenado para deslegitimar decisões da Justiça brasileira que enfrentam o extremismo e combatem ataques ao Estado Democrático de Direito.

"Essa sanção é uma retaliação articulada, inaceitável e perigosa. Um país soberano não pode permitir que decisões judiciais internas sejam alvo de interferência externa por razões políticas."

As sanções dos Estados Unidos contra o ministro Alexandre de Moraes incluem o bloqueio de bens e ativos que ele possa ter em território americano, a proibição de entrada nos Estados Unidos e o veto a qualquer tipo de transação com cidadãos e empresas norte-americanas.

Fonte: Redação Terra
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